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domingo 12h30 e 23h30; segunda-feira 11h e sábado 9h.

Notícias

automobilismo

GP2 Asia: Razia conquista boa recuperação no Bahrein

Problema eletrônico tirou o brasileiro da primeira corrida do fim de semana, e o fez largar em 23º neste domingo

Segunda-Feira, 15 de março de 2010

Convidado no início desta semana para substituir o piloto Daniel Zampieri na equipe Rapax, o brasileiro Luiz Razia terminou com boa recuperação a rodada de encerramento da GP2 Asia, realizada neste domingo no Bahrein.

Terceiro colocado no primeiro treino livre, Razia sofreu com os problemas eletrônicos de seu carro e abandonou a primeira prova do fim de semana - o que o prejudicou, também, na corrida seguinte.

Largando da 23ª posição, ele superou três adversários já na largada, e ao longo dos 45 minutos de prova ganhou mais sete posições. "O problema eletrônico nos prejudicou duplamente, mas no final deu para fazer boa corrida", comentou Razia.

Piloto de testes da equipe Virgin na Fórmula 1, Razia teve no Bahrein sua primeira experiência acompanhando de perto a categoria máxima do automobilismo mundial.

"Esta foi minha primeira experiência realmente próxima à Fórmula 1, e como também devo correr na GP2 Main Series este ano, pude ter uma idéia de como conciliar os horários entre os compromissos com a Virgin e com a GP2", comentou o brasileiro.

Foi na rodada de encerramento da GP2 Ásia do ano passado que Luiz Razia conquistou sua primeira vitória na categoria. Meses depois, em Monza, na Itália, ele venceu pela primeira vez na série principal da GP2. Estes resultados foram decisivos para que ele pudesse ser anunciado, no dia 15 de dezembro, como piloto de testes da Fórmula 1.

automobilismo

De 22º para 19º na primeira volta. E fim de prova

Quebra tira Lucas Di Grassi da prova de estreia no Barein. Mas brasileiro mantém otimismo

Segunda-Feira, 15 de março de 2010

Timo Glock e Lucas di Grassi abandonaram após grandes largadas, com Timo conquistando uma posição e Lucas subindo da 22ª para a 19ª já na primeira volta de sua corrida de estreia na Fórmula 1. Entretanto, depois de apenas três voltas, Di Grassi teve de deixar a prova na curva 9. "Provavelmente foi um problema hidráulico. Uma pena, pois estava na frente da Lotus e perto do Glock", lamentou o piloto patrocinado pela Clear, Eurobike, Schioppa, Locaweb e Sorocred. "Agora temos de trabalhar para ver se consertamos isso de uma vez por todas. Foi um começo bom, pena que aconteceu esse problema," afirmou Di Grassi, em entrevista concedida para a Rede Globo de Televisão logo que chegou aos boxes.

"Fiz uma grande largada e sentia que o carro vinha muito bem. Acho que poderíamos ter tido uma boa corrida com o carro que tínhamos, mas, então, com apenas algumas voltas, tive de abandonar e minha corrida estava acabada antes que tivesse começado de verdade. Mas não há motivo para desanimar. Estaremos de volta em Melbourne com alguns novos desenvolvimentos e uma solução para os problemas que tivemos aqui. É a primeira de 19 corridas e há um longo caminho para seguir, ainda", finalizou.

"Lucas foi obrigado a abandonar por causa de uma falha de montagem no sistema hidráulico, a qual ocorreu outras vezes durante este fim de semana", revelou Nick Wirth, diretor técnico da Virgin Racing. "O carro de Timo apresentou uma inesperada elevação da temperatura da caixa de câmbio, seguida por uma gradativa perda no número de marchas, o que causou sua retirada. Então deixamos nosso primeiro Grande Prêmio desapontados por não termos chegado até o fim com nenhum dos dois carros, mas pelo menos não tivemos repetidos qualquer um dos problemas enfrentados durante os testes de inverno. O mais importante é que demonstramos ter construído um carro de Fórmula 1 competitivo. Isto é uma recompensa que levamos deste fim de semana", afirmou o dirigente.

O Grande Prêmio do Barein, que abriu a temporada 2010 da Fórmula 1, foi vencido pelo espanhol Fernando Alonso, que fez sua pela equipe Ferrari, seguido pelo brasileiro Felipe Massa, também da Ferrari, e por Lewis Hamilton, da Mclaren.


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automobilismo

Will Power faz história e vence a São Paulo Indy 300

Australiano da Penske foi o mais eficiente e também contou com a sorte quando Ryan Briscoe bateu a poucas voltas do final; Vitor Meira foi o melhor brasileiro ao terminar no pódio em terceiro lugar

Segunda-Feira, 15 de março de 2010

A festa foi grande. A região do Anhembi recebeu na tarde deste domingo (14) a primeira corrida de rua da Fórmula Indy em uma cidade da América Latina. Com arquibancadas lotadas, na pista o que se viu foi um show de ultrapassagens - a ponto de Helio Castroneves ter dito que nesta prova aconteceram mais destas manobras do que em toda a temporada de 2009. A honra de ser o primeiro vencedor da história no Circuito Anhembi coube ao australiano Will Power, da Penske. Foi sua segunda vitória na categoria.

"Um bom resultado como este sempre dá mais confiança para o restante do ano. É a melhor maneira de começar uma temporada", disse o vencedor. "Minha comunicação (via rádio) com a equipe estava muito ruim. Eu não sabia quantas voltas ainda tinha pela frente, se eu devia fazer mais uma parada. Quando consegui me comunicar com o time eu soube que faltavam seis voltas. Perguntei se era para passar novamente pelo pit, quando soube que era para permanecer na pista para o término da corrida".

Com um calor de mais de 30 graus e espessas nuvens se aproximando da região do Sambódromo do Anhembi, a corrida começou com os nervos de todos à flor da pele. Na primeira curva do circuito após a largada - o S do Samba - dois acidentes causaram a primeira bandeira amarela da prova: estreando na categoria, o japonês Takuma Sato, da equipe KV, perdeu o controle na freada e acertou o carro do neozelandês Scott Dixon. Helio Castroneves vinha logo atrás e não conseguiu desviar do carro da Ganassi e também bateu. Os danos foram leves e o mais prejudicado foi Sato, que abandonou a prova.

Logo atrás, Mario Moraes, também da KV, perdeu o controle de seu carro e bateu com o norte-americano Marco Andretti. No acidente, o carro de Moraes parou sobre o cockpit de Andretti. "Tinha muita poeira na reta na hora da largada e, por causa do primeiro acidente (envolvendo Sato, Dixon e Castroneves), todo mundo freou muito antes do ponto normal. E, quando vi, todos estavam bem devagar e não consegui evitar a batida", afirmou Moraes, que havia confirmado sua participação na prova apenas na quinta-feira anterior à prova. Andretti demorou 12 minutos até conseguiu sair do carro, ileso, para ser levado ao centro médico, de onde foi liberado logo a seguir.

As disputas voltaram com tudo na abertura do oitavo giro, quando a corrida recomeçou após alguns pilotos já terem realizado seus pit stops. Helio Castroneves, em virtude dos danos sofridos na parte dianteira do carro, fez quatro paradas neste período. Dario Franchitti, que largara da pole position, mantinha a ponta com Alex Tagliani em segundo lugar, Will Power em terceiro, Ryan Hunter-Reay em quarto e Tony Kanaan, logo atrás, em quinto.

Na 18ª volta, Hunter-Ray já estava em terceiro e ganhou o segundo posto ao passar Tagliani naquele que se provou o melhor ponto de ultrapassagem do circuito: a Curva da Vitória, no final da Reta dos Bandeirantes (na Marginal Tietê). Na 20ª volta, nova bandeira amarela, causada pela parada da venezuelana Milka Duno, com problemas mecânicos, na Curva da Base Aérea. Assim, quase todos os pilotos se dirigiram aos pits para a troca de pneus e reabastecimento.

Seis voltas depois, já com bandeira verde, Hunter-Reay tomou o segundo lugar de Franchitti no fim da Reta dos Bandeirantes e no giro seguinte subiu à liderança ao superar a suíça Simona de Silvestro, que não havia feito sua parada durante a bandeira amarela e sentiu o gostinho de liderar a prova por alguns minutos.

Tony Kanaan mantinha bom ritmo de prova em quarto lugar andando com os pneus duros da Firestone quando foi vítima de um acidente entre Dan Wheldon e Alex Tagliani. O britânico tentava passar o canadense na Reta de Marte quando, na freada para a Curva Anhembi, acertou a traseira do carro da equipe FAZZT, que também bateu em Kanaan. Tagliani ficou pelo caminho. Kanaan e Wheldon voltaram à pista, mas com uma volta de desvantagem.

O acidente aconteceu justamente no momento em que a chuva começava a cair sobre o Circuito Anhembi, e quem parou primeiro para colocar os pneus para piso molhado se deu bem, mesmo que momentaneamente. Foi o caso de Mario Romancini, que aparecia em quinto lugar com o carro da Conquest, atrás de Hunter-Reay, Will Power, Franchitti e Simona de Silvestro.

Com o piso molhado, não demorou para a bandeira amarela ser mais uma vez acionada, por causa do acidente do inglês Alex Lloyd na entrada da Reta dos Bandeirantes. Na 34ª volta, a direção de prova optou por interromper a corrida com a bandeira vermelha por causa da chuva forte, com 1h14min de prova.

A paralisação durou 45 minutos, e às 14h55 os carros voltaram à pista, já parcialmente seca. A corrida foi reiniciada ainda sob bandeira amarela, e alguns pilotos aproveitaram para substituir os pneus de chuva pelos de pista seca. Neste momento, três brasileiros ocupavam posições entre os dez primeiros: Vitor Meira, Helio Castroneves e Bia Figueiredo. A bandeira verde foi agitada na abertura da volta 38, e no giro 43 a ordem era Hunter-Reay, Raphael Matos, Ryan Briscoe, Will Power e Vitor Meira.

Na 46ª volta, Power superou o brasileiro da Luczo Dragon/De Ferran, e Mario Romancini causou nova bandeira amarela ao bater no muro da saída da Curva Tietê, forçando o estreante a abandonar sua primeira prova na Fórmula Indy.

Sob bandeira verde no 49º giro, em uma bela disputa pela liderança entre as equipes Penske e Andretti Autosport, Ryan Briscoe tomou a liderança de Ryan Hunter-Reay na Curva da Vitória. , mas Hunter-Reay recuperou a ponta na curva seguinte, o S do Samba. Na volta seguinte, praticamente um replay: Briscoe repetiu a manobra no fim da Reta dos Bandeirantes, mas desta vez tomou o cuidado de não tomar o troco do adversário.

A alegria do australiano durou pouco: na volta 53, pressionado por Hunter-Reay, Briscoe perdeu o controle do carro e bateu na barreira de proteção de pneus na Curva Anhembi. Com bandeira verde a cinco voltas do fim, Vitor Meira superou o compatriota Raphael Matos e subiu ao terceiro lugar, e Will Power continuava sua caça à liderança andando colado no carro de Hunter-Reay. Na 57ª volta, o australiano da equipe Penske ultrapassou o carro da Andretti Autosport na Curva da Vitória, a quatro minutos da bandeira quadriculada.

No final, Power cruzou a linha de chegada no Sambódromo do Anhembi com 1s8581 de vantagem para Ryan Hunter-Reay e 9s7094 para Vitor Meira, o primeiro brasileiro a receber a bandeirada.

"Foi a corrida mais cheia de alternativas da qual já participei, mas foi ótimo", contou o vencedor, lembrando da quantidade de bandeiras amarelas durante a prova e dos dois acidentes na largada. "Se o carro estiver rápido, o piloto consegue fazer a ultrapassagem, porque o layout do circuito é ótimo", elogiou.

"Esta etapa do Brasil foi ótima. Um país que provou que gosta muito de corrida. Fizeram um circuito de rua com muitos pontos de ultrapassagens, já que as retas são bem longas", contou o segundo colocado, Ryan Hunter-Reay.

Terceiro colocado, Vitor Meira comemorou o pódio logo no início do ano. "Sinceramente, em condições normais eu não tinha carro para chegar em terceiro lugar. Usamos bem a cabeça e arriscamos. Não tem como fazer estratégia para o que aconteceu nessa corrida; o que dá para ir se adaptando. Consegui forçar quando tinha que forçar, e tirar o pé quando necessário".

"Nós somos uma equipe pequena. Mesmo o Raphael Matos, que chegou em quarto, corre por uma equipe que está crescendo. Nós conseguimos brigar pela vitória. Em outras categorias isso seria muito difícil de acontecer", completou.

Meira ainda elogiou o trabalho realizado durante a noite de sábado na reta do Sambódromo para aumentar a aderência no local da largada. "Já fizemos a primeira volta de pé cravado", disse, referindo-se à melhora do nível de aderência do traçado. "Impressionante o trabalho que fizeram esta noite. Soube que retiraram cerca de 40 caminhões de concreto", observou o melhor brasileiro na corrida.

Raphael Matos foi o quarto colocado, confirmando o bom desempenho da equipe que tem o ex-piloto Gil de Ferran como sócio. Dan Wheldon foi o sexto colocado, seguido por Scott Dixon, Dario Franchitti, Mike Conway, Helio Castroneves em nono lugar e Tony Kanaan fechando os dez primeiros.

Bia Figueiredo cumpriu seu objetivo de terminar a corrida ao cruzar a linha de chegada na 13ª posição em sua estréia como a primeira piloto brasileira em uma categoria top do automobilismo internacional. "Estou muito feliz por ter terminado a corrida. Esse foi uma final de semana maravilhoso. Deu pra sentir a grandiosidade dessa prova, com as arquibancadas lotadas e o público gritando o nome dos pilotos. Sinto o objetivo cumprido, especialmente porque fiz apenas um dia de pré-temporada. No começo da corrida eu estava mais tensa, mas logo comecei a pegar as manhas do carro. No final da corrida, já estava virando com tempos competitivos. Essa corrida é um marco na minha carreira", resumiu a piloto.

A próxima etapa, também em circuito urbano, acontece em São Petesburgo, na Flórida, no dia 28 de março.

Público e audiência - O Circuito Anhembi recebeu um grande público durante o fim de semana. Ao todo, cerca de 40 mil pessoas assistiram à corrida. A Band, que transmitiu a prova para todo o Brasil e mais quase 200 países, alcançou o segundo lugar na medição prévia do Ibope, com oito pontos de média e picos de dez pontos ao longo da exibição da prova. Cada ponto equivale a cerca de 60 mil domicílios na Grande São Paulo.

Confira o resultado da São Paulo Indy 300:

1-) Will POWER (AUS/Team Penske) - 61 voltas em 2h00s58
2-) Ryan HUNTER-REAY (EUA/Andretti Autosport) - a 1s8581
3-) Vitor MEIRA (BRA/A.J.Foyt) - a 9s7094
4-) Raphael MATOS (BRA/Luczo Dragon/ De Ferran) - a 10s4235
5-) Dan WHELDON (GBR/Panther Racing) - a 10s8883
6-) Scott DIXON (NZL/Ganasi) - a 11s3473s
7-) Dario FRANCHITTI (ESC/Ganasi) -a 12s.0579
8-) Mike CONWAY (GBR/Dreyer & Reinbold Racing ) - a 12s1654
9-) Helio CASTRONEVES (BRA/Penske) - a 12s7411
10-) Tony KANAAN (BRA/Andretti) - a 12s.4850
11-) Justin WILSON (GBR/Dreyer & Reinbold Racing) - a 13s9193
12-) Ernesto J. VISO (VEN/KV Racing) a 16s9039
13-) Bia FIGUEIREDO (BRA/Dryer & Reinbold Racing) - a 19s6451
14-) Ryan BRISCOE (AUS/Penske) - a 1min14s9191
15-) Danica PATRICK (EUA/Andretti Autosport) - a 1 volta
16-) Simona DE SILVESTRO (SUI/HVM Racing) - a 3 voltas
17-) Mario ROMANCINI (BRA/Conquest) - a 15 voltas
18-) Alex LLOYD (GBR/Dale-Coyne Racing) - a 31 voltas
19-) Alex TAGLIANI (CAN/FAZZT Race Team - a 33 voltas
20-) Hideki MUTOH (JPN/Andretti) - a 34 voltas
21-) Mika DUNO (VEN/Dale-Coyne Racing) - a 41 voltas
22-) Takuma SATO (JPN/KV Racing) - a 61 voltas
23-) Marco ANDRETTI (EUA/Andretti) - a 61 voltas
24-) Mario MORAES (BRA/KV Racing) - a 61 voltas

Visite o site do evento: www.saopauloindy300.com.br

Siga a São Paulo Indy 300 no Twitter: www.twitter.com/indyemsaopaulo.

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motociclismo

Chumbinho vence na abertura do Catarinense de MX

Piloto que representa a Pro Tork Racing Team foi o melhor na categoria MX3 em etapa realizada neste fim de semana, dias 13 e 14, na cidade de Indaial

Segunda-Feira, 15 de março de 2010

A Pro Tork Racing Team marcou presença na etapa de abertura do Campeonato Catarinense de Motocross, sendo representada por um dos seus mais experientes pilotos, o atleta Milton “Chumbinho” Becker. No evento, realizado neste fim de semana, dias 13 e 14, em Indaial, ele foi o melhor na categoria MX3.

Largando em primeiro, Chumbinho não deu chance de ultrapassagem aos seus adversários. Liderou a prova até cruzar a linha de chegada, comemorando a vitória no alto do pódio. Erivelto Nicolodelli ficou com a segunda colocação e Richard Beiros terminou em terceiro.

“Neste ano darei prioridade ao Brasileiro, mas sempre que puder quero estar presente no Catarinense. Adoro participar das disputas, fiquei feliz por estar aqui hoje e conseguir alcançar a vitória”, afirmou o competidor que ao longo da carreira já conquistou sete títulos estaduais.

Chumbinho ainda participou da prova da categoria MX1. Após uma boa largada, o piloto chegou à terceira colocação, mas um tombo o fez perder a posição. A chuva do dia anterior deixou a pista com bastante lama e prejudicou o atleta, que encerrou a corrida em oitavo.

Resultados:

MX3

1°) Milton “Chumbinho” Becker (Pro Tork Racing Team)
2°) Erivelto Nicolodelli
3°) Richard Beiros

MX1

1°) Marcelo Lima
2°) João Paulo Feltz
3°) Dudu Lima
8°) Milton “Chumbinho” Becker (Pro Tork Racing Team)

Pro Tork
E-mail:
imprensa@protork.com

automobilismo

Copa Chevrolet Montana 2010: automobilismo ganha mais uma competitiva e emocionante categoria

Ela resulta da fusão de duas fortes categorias, Copa Vicar e a Pick Up Racing

Quarta-Feira, 10 de março de 2010

São Paulo (SP), 10/03/10 - O automobilismo brasileiro ganha mais uma categoria competitiva em 2010: a Copa Chevrolet Montana, que tem todos os atributos para ser uma das atrações da temporada nacional deste esporte automotor. Resultado da fusão de outras duas fortes categorias - Copa Vicar e a Pick Up Racing -, a idéia foi aproveitar a tecnologia da primeira e o visual arrojado da segunda competição.

A divisão será de acesso à Copa Caixa Stock Car, classificando as duas melhores equipes para a principal categoria do país no próximo ano em 2011 -, fato que tornará a disputa pelas vitórias ainda mais acirrada.

Para Maurício Slaviero, diretor-geral da Vicar, realizadora da Copa Chevrolet Montana 2010, a expectativa é bastante positiva. "Temos uma nova categoria, mais forte e com todo o suporte necessário para se tornar ainda melhor. Sem falar da parceria com a Chevrolet, por meio da marca Montana, que dá ainda mais prestígio à Copa", afirma.

O sistema de disputa prevê nove etapas, todas elas ao lado da Copa Caixa Stock Car. Serão 42 carros e 21 equipes, que lutarão pelo topo do pódio e o direito de subir de divisão ao final do ano. A força da disputa poderá ser comprovada pela presença de algumas das melhores equipes e pilotos do automobilismo, garantindo profissionalismo e um elevado nível técnico.

A visibilidade é outra atração da Copa Chevrolet Montana. A competição terá a transmissão ao vivo para todo o país pela REDETV!, garantindo a exposição em canal aberto para todos os patrocinadores e apoiadores do evento e, principalmente, dos pilotos e suas equipes. Uma cobertura especial é esperada, para delírio dos fãs do automobilismo de qualidade em todo o território nacional.

A Copa Chevrolet Montana 2010 é uma realização da Vicar Promoções Desportivas, com supervisão da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). O patrocínio é da Chevrolet.

Calendário

Serão nove etapas na temporada 2010, todas elas ao lado da Copa Caixa Stock Car. A programação é a seguinte:

1ª etapa - 11 de Abril - Curitiba
2ª etapa - 2 de Maio - Rio Grande do Sul
3ª etapa - 23 de Maio - Rio de Janeiro
4ª etapa - 6 de Junho - Circuito de Rua/alternativa
5ª etapa - 5 de Setembro - São Paulo
6ª etapa - 19 de Setembro - Campo Grande
7ª etapa - 24 de Outubro - Rio Grande do Sul
8ª etapa - 21 de Novembro - Brasília
9ª etapa - 05 de Dezembro Curitiba

Raio X

Motor V8, 5.7 litros, gasolina, 340 HP 5.500 rpm (rotações por minuto)
Pneus: Goodyear 25.5 x 10.5 de 18 polegadas
Roda: Binno, modelo C5000 10.5 x 18 ET-25
Diferencial: Holinger, modelo HFD-04
Chassi: tubular, feito de tubo de molibdênio
Freios: freio a disco da Fremax, com sistema independente e pastilhas Ecopads
Câmbio: permitido o uso de Bertolotti ou Saenz
Carroceria: de fibra de vidro
Peso Mínimo: 1.280 quilos

Equipes da Copa Chevrolet Montana 2010

Equipe Origem Carros
1 Roby Competições Pick Up 2
2 Carlos Alves Competições Vicar 2
3 RS Racing Vicar 2
4 Hot Car Competições Vicar 2
5 J Star Racing Vicar 2
6 Bazzo Racing Pick Up 2
7 M4T Motorsport Pick Up 2
8 Motortech Competições Pick Up 2
9 AMD Racing Pick Up 2
10 W2 Racing Pick Up 2
11 Scuderia 111 Vicar 2
12 Motin Racing Pick Up 2
13 GS Assessoria e Consultoria Vicar 2
14 Gramacho Racing Pick Up 2
15 Racequip Motorsports Vicar 2
16 RC3 Bassani Vicar 2
17 AMG Motorsport Vicar 2
18 Nascar Motorsport Vicar 2
19 Max Power Racing Pick Up 2
20 CKR Racing Pick Up 2
21 A Jardim Motorsport Vicar 2
Total 42

Mais informações no site oficial: www.stockcar.com.br

Chevrolet Montana, uma picape de sucesso no mercado brasileiro

Desenvolvida pela área de engenharia e design da GM do Brasil, a Chevrolet Montana foi lançada em 2003 no país e é uma das picapes mais vendidas do mercado. Desde então, já foram comercializadas cerca de 200 mil unidades.

A picape Montana da Chevrolet ficou, desde o último trimestre de 2009, com uma linha mais completa e abrangente, com o lançamento de mais duas versões: a Montana Arena 1.4 e a Montana Sport, agora equipada também com o eficiente motor 1.4 Econo.Flex. As versões Conquest 1.4 e Sport 1.8 completam a gama do modelo.

"A Chevrolet está sempre atenta à evolução do mercado e as exigências cada vez maiores dos consumidores", destaca Jaime Ardila, presidente da General Motors do Brasil e Mercosul.

Já José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil, enfatiza que a marca Chevrolet sempre se destacou por oferecer ao mercado brasileiro a gama mais completa e moderna de veículos: "A própria Montana foi a primeira picape no Brasil a ser oferecida em 100% de sua produção com motores equipados com a tecnologia flex fuel, permitindo a utilização de gasolina e álcool em qualquer proporção".

Antes de disponibilizar estas duas novas versões da picape Montana, a Chevrolet consultou consumidores por meio de inúmeras pesquisas. "Percebemos que havia oportunidades de se ampliar a linha do Chevrolet Montana, que antes possuía uma versão de entrada, a Conquest 1.4, e a topo de linha, a Sport 1.8", analisa Gustavo Colossi, diretor de Marketing da Chevrolet.

Portifólio ampliado

Com as novas versões, houve um melhor escalonamento do portfólio do modelo e um maior número de ofertas entre as duas "pontas", ambas com apelos diferenciados e distintos, mas mantendo o equilíbrio de valor que tem posicionado a picape da Montana como o melhor veículo do segmento.

A Chevrolet Montana Arena atende aos consumidores que utilizam a picape como um veículo multiuso e para viagens. Essa vocação do modelo fica evidenciada nos itens de série, como os sistemas de ar-condicionado e direção hidráulica, além do "Santo Antônio" (proteção tubular da carroceria), da capota marítima e as rodas de alumínio de 14 polegadas.

Cinco versões para atender a vários tipos de clientes

Com o lançamento das novas versões Arena e Sport 1.4, a linha Chevrolet Montana está assim disponível no mercado com as seguintes configurações:

Montana Conquest 1.4 Econo.Flex
Montana Arena 1.4 Econo.Flex
Montana Sport 1.4 Econo.Flex
Montana Sport 1.8 Flexpower
Montana Combo 1.4 Econo.Flex (furgão)

Stock Car, o ‘DNA’ automobilístico da GM do Brasil

A Copa Chevrolet Montana insere-se em uma tradição de décadas da marca Chevrolet nas competições automobilísticas no Brasil, com destaque para a Stock Car. E esta tradição remonta a um passado distante também na história da GM no mundo pois, na verdade, tudo começou com Louis Chevrolet, um dos fundadores da General Motors Corporation, que já era um aficcionado por este esporte. Portanto, está no ‘DNA" da General Motors mundial a origem de sua efetiva participação no automobilismo.

Aqui no Brasil, sem dúvida alguma, já está enraizada na tradição da GM e a marca Chevrolet sua ligação com o automobilismo. Quem acompanha a Stock-Car, por exemplo, lembra-se do lendário Opala participando das memoráveis provas automobilísticas nos circuitos brasileiros. Depois este modelo foi substituído pelo Vectra e mais recentemente pelo Astra.
A Stock Car, efetivamente para a GM do Brasil, faz parte da sua estratégia de intensiva exposição das qualidades e tecnologia dos veículos produzidos no país. Nos últimos anos o sucesso tem sido crescente e contou inclusive com uma etapa em Buenos Aires, na Argentina. Foram registrados recordes sucessivos de público e algumas etapas, como a de Interlagos, em São Paulo, receberam quase 50 mil pessoas.

A General Motors, um dos maiores fabricantes de veículos do mundo, tem origem em 1908. Com sede global em Detroit, a GM emprega 209.000 pessoas nas principais regiões do mundo e tem operações em 140 países. A GM, com seus parceiros estratégicos, produz veículos em 34 países, vendendo e proporcionando serviços para estes veículos através das seguintes marcas: Buick, Cadillac, Chevrolet, GMC, GM Daewoo, Holden, Opel, Vauxhall e Wuling. O maior mercado da GM é o dos Estados Unidos, seguido de China, Brasil, Reino Unido, Canadá, Rússia e Alemanha.

No Brasil a GM fabrica e comercializa veículos com a marca Chevrolet há 85 anos. Em 2009 a Chevrolet registrou recorde histórico de vendas no país com o volume de 595.536 veículos. A companhia tem três Complexos Industriais que produzem veículos em São Caetano do Sul e São José dos Campos, ambos no estado de São Paulo, e Gravataí (RS). Conta ainda com unidades em Mogi das Cruzes (produção de componentes estampados), Sorocaba (Centro Distribuidor de Peças) e Indaiatuba (Campo de Provas), todas em SP, além de um moderno Centro Tecnológico de Engenharia e Design, em São Caetano do Sul, com capacidade para desenvolvimento completo de novos veículos. A subsidiária brasileira é um dos cinco centros mundiais na criação e desenvolvimento de veículos, nos campos da engenharia, design e manufatura. Mais informações podem ser encontradas nos sites media.gm.com e gmnoticias.com.br.
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Horários Competição:

sexta-feira 20h; sábado 20h e 1h da madrugada; domingo 23h