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Woodies - SC é referência em marcenaria automotiva

NOVOS VÍDEOS - a arte dos carros antigos com partes em madeira

Sexta-Feira, 12 de junho de 2009

VEJA OS VÍDEOS - Série de 4 reportagens mostra o trabalho do Celeiro do carro Antigo, em Tijucas

VÍDEO 1 - VÍDEO 2 - VÍDEO 3 - VÍDEO 4

WEBMOTORS - Texto: Gustavo Henrique Ruffo

Gilberto d’Ávila Rufino é um advogado apaixonado por veículos antigos. Como em boa parte das histórias de paixão no mundo dos automóveis, a dele acabou se mostrando um negócio atraente, que o fez se dedicar integralmente à reconstrução ou criação de carros com carroceria de madeira, batizados, nos EUA, com o nome carinhoso de “woodies”. Em sua oficina em Tijucas, uma cidade de pouco mais de 25 mil habitantes a 50 km de Florianópolis, Santa Catarina, Rufino e sua equipe vêm dando forma a diversas carrocerias novas, construídas com o material nobre, algumas vezes inclusive colocando-as em veículos originalmente de metal.

Isso porque a maior parte dos woodies não vinha de fábrica com a carroceria, mas sim de grandes marcenarias, como a Cantrell, a Hercules e a Campbell. Apenas Henry Ford, que gostava de controlar todo o processo de produção de seus carros, tinha dentro de suas unidades fabris uma linha especificamente direcionada aos woodies. Tanto que foi uma das últimas empresas a deixar de produzir veículos do tipo, com a Mercury, em 1954. A outra foi a Buick, mas essa não tinha fabricação própria das carrocerias de madeira.

O processo de transformação era dos mais interessantes: o comprador de um veículo novo ou usado levava seu carro a uma concessionária e solicitava a mudança. Desde então ele já ficava encarregado ou de guardar as peças de metal de seu carro ou de dar cabo a elas de alguma forma, visto que essa responsabilidade era sua e de mais ninguém. Iam para a marcenaria apenas a parte dianteira, o banco dianteiro (ele era inteiriço, levando o motorista e os passageiros da frente), um terço do assoalho e os pára-lamas. O resto ia nu “em aço”, ou seja, com o chassi à mostra.

Era só disso que a empresa precisava para dar ao automóvel uma nova carroceria e, por vezes, uma nova função. Sedãs se tornavam conversíveis, conversíveis viravam peruas e por aí afora, dependendo do que o cliente quisesse e, mais importante que isso, pudesse pagar.

As primeiras woodies, de 1910, eram carros extremamente baratos, simples e, por isso mesmo, utilizados para o transporte de passageiros e de carga em estações de trem dos EUA e do Reino Unido. Foi delas que veio o termo “station wagon”, ou furgão da estação, hoje popularizado pelas pessoas que acham feio chamar um carro de “perua” ou “caminhonete”.

Com o tempo, as carrocerias também deixaram de ser mero quebra-ganho para ficarem mais complexas e sofisticadas, com o uso de madeiras nobres e desenhos exclusivos, que tornavam cada automóvel diferente, único. Nas estações de trem, elas passaram a ser destinada apenas ao transporte dos passageiros mais ricos.

Isso se tornou mais agudo durante a Segunda Guerra Mundial, quando a mobilização desviou a produção de bens de consumo para a produção de armamentos e veículos de transporte das tropas. Com isso, restava aos consumidores que queriam um outro tipo de carro, geralmente os mais abastados, a transformação em madeira. O aço estava em falta no mercado. Ocorria também de pessoas mais pobres recorrerem às carrocerias de madeira, mas eram veículos sem o mesmo cuidado dos que se mantiveram preservados até hoje.

Quando a situação se normalizou, as carrocerias de madeira haviam caído no gosto popular, tornando-se um símbolo de sofisticação e riqueza, e as fábricas tiveram de se adaptar a isso, pelo menos até que as exigências de segurança as tirassem de linha de produção. Pouquíssimo maleável, a madeira tende a se quebrar em choques, o que agrava as conseqüências de um acidente. Da carroceria, ela acabou passando para o volante e para o painel, onde permanece em veículos mais caros.

Antes que saíssem de linha, os woodies ganharam novas variações além de “station wagons”, tornando-se também belíssimos conversíveis de madeira, como o Chrysler Town & Country e o Ford Sportsman, este último em projeto para ser reconstruído no “Celeiro do Carro Antigo”, nome da empresa de Rufino (o site é www.celeirodocarroantigo.com.br). Sobre o capô de um Ford 1946 bastante enferrujado está uma foto do Sportsman, o que deixa qualquer visitante ansioso para ver o resultado final.

O WebMotors teve a oportunidade de visitar a oficina do “Celeiro do Carro Antigo” e viajou, de Florianópolis a Tijucas, a bordo de uma belíssima “station wagon” Ford 1946 Woody.

Quem nunca teve a oportunidade de andar em um carro antigo deveria experimentar a sensação pelo menos uma vez na vida. Isso porque um antigo, ainda mais se for especial como um Woody, parece ser transparente. As pessoas que observam o carro não o fazem com uma expressão menos agradável que a risonha. Leve ou escancarado, o sorriso estampa todos os rostos. E não se trata apenas de senhores mais idosos ou de meia idade que se recordam de ter visto ou dirigido um veículo semelhante, mas também de mulheres, crianças e adolescentes. É uma quebra no carrancudo modo de conduzir que aprendemos no trânsito atual de qualquer grande cidade.

O passo da perua é suave, com um potente motor V8 de 100 hp (pouco mais de 101 cv) de marcha lenta baixíssima, na casa dos 200 rpm! O câmbio, de apenas três marchas e alavanca atrás do volante, conta com o torque alto do V8 para pôr em movimento o peso do veículo, mas já sente o peso dos anos. Não é nada, de todo modo, com que a técnica de dupla debreagem não possa lidar. Essa técnica consiste de duas pisadas no pedal de embreagem, uma para desengatar a marcha e outra para engatar a próxima, a fim de dar ao câmbio e ao motor condição de acharem seu tempo.

Por dentro, o teto, com estrutura de madeira, coberta por uma lona, garante proteção contra o sol forte de Santa Catarina. Ao contrário do que poderia parecer, a perua é muito silenciosa por dentro, sem o chacoalhar característico que as peças de plástico se habituaram a fazer. Só o que se ouve é o murmúrio do V8. O que se vê são sorrisos.

Chegando a Tijucas, o que se vê é uma oficina instalada num casarão antigo, do mesmo tempo, ou até mais velho, que os carros que ali ganharão nova vida. Em grandes bancadas, as estruturas de madeira de lei vão sendo preparadas para um perfeito encaixe nas carrocerias em recuperação.

As dobradiças e fixações são reproduções fiéis, feitas pela própria equipe de Rufino, que conta com dois esmerados artesões, pai e filho, baseados nos modelos originais, dos quais Rufino comprou projetos e os próprios veículos, para recuperá-los e tirar os moldes necessários. “Eu sou um fornecedor de peças. Tanto para um veículo a ser restaurado como para um a ser reconstruído. Para a reprodução do Town & Country, comprei um veículo nos EUA”, diz Rufino. O processo de produção de uma nova carroceria leva em média seis meses, mas pode durar mais.

Na parte de trás da oficina estão guardados os modelos que se transformarão em woodies. Muitos deles tinham originalmente a carroceria de madeira, já bastante gasta, mas a maior parte dos Mercury, Chrysler, Ford e De Soto estão ali para ver uma estrutura daquelas pela primeira vez em suas longas jornadas.

Pode parecer estranho ver um woody com carroceria em mal estado, mas, depois de seu apogeu, esses carros passaram a ser considerados feios, desajeitados e inseguros, especialmente nas décadas de 1960 e 1970. Isso fez com que seus preços caíssem muito e que eles fossem adotados por surfistas, responsáveis por torná-los, novamente, veículos de relevância.

Desvalorizados, os woodies se tornaram ideais para os esportistas das ondas. Primeiro, porque eram baratos e acessíveis; segundo, porque eles eram espaçosos, especialmente as peruas, que transportavam em média sete passageiros e todas as pranchas e equipamentos; por último, porque suas carrocerias eram resistentes à maresia e, se tivessem algum dano, poderiam ser reparadas por um bom carpinteiro.

Atualmente, a Califórnia é o paraíso desses veículos, que se tornaram, mais uma vez, veículos desejados pelos consumidores, com o agravante de terem se tornado extremamente raros, o que torna seu valor bastante elevado. “É como construir dois carros em um só, porque nos preocupamos com a carroceria de metal e com a parte de madeira, toda artesanal”, diz Rufino.

Os veículos recuperados ou produzidos pelo Celeiro do Carro Antigo seguem essa tendência, até pela especialização necessária ao resultado, que você pode conferir pelas fotos ao lado. Os valores só são fornecidos sob consulta, variando de acordo com a raridade de cada modelo, mas, em leilões internacionais, eles ultrapassam R$ 200 mil.

Romi-Isetta, celebrada hoje, mas antigamente...

O carrinho é respeitado entre os antigomobilistas, mas não era levado a sério na época dele

Quinta-Feira, 09 de abril de 2009

Duvido que você não tenha aberto um sorriso ao ver a foto acima. Quando ele passa, não há quem não vire a cabeça. Muitos acenam e alguns tentam estabelecer contato com os ocupantes na base do grito. É inútil, pois a bordo tudo o que se escuta é algo parecido com uma máquina de fazer caldo de cana operando em ritmo de pastelaria lotada.

Por Sérgio Berezovsky (Quatro Rodas)
Fotos: Marcelo Spatafora

O Romi-Isetta é o carro mais exótico já fabricado no Brasil. O eixo traseiro é bem mais estreito que o dianteiro e ela aparenta ser ainda menor do que realmente é, com 2,27 metros de comprimento por 1,38 metro de largura. Entra-se nele literalmente pela frente. Foi justamente por falta de uma segunda porta que o carrinho, lançado em 1956, não foi considerado oficialmente o primeiro carro nacional. No ano anterior, as Indústrias Romi, que até hoje fabricam máquinas operatrizes em Santa Bárbara d\\\'Oeste (SP), deram início à fabricação da versão brasileira da Isetta, sob licença da fábrica italiana Iso.

De pé sobre o piso do carro e apoiado na capota, com uma ligeira meia-volta já estou instalado no banco para dois lugares. Antes de dar a partida, apanhei um bocado do câmbio - as posições são invertidas (a primeira é para baixo) e as trocas são feitas com a mão esquerda. Encontrar o \\\"trilho\\\" das quatro marchas é uma questão de sorte, muita paciência e um pouquinho de jeito - ou força, cá entre nós. Quem tem o volante nas mãos fica com a coluna de direção entre os pés. Os instrumentos não são mais que um pequeno velocímetro - que marca até 100 km/h - e três luzes-espia: dínamo, pisca e farol alto. Com exceção do pára-brisa, os "vidros" são de plástico e garantem a visibilidade de um Spitfire da Segunda Guerra.

O Romi-Isetta tinha algumas soluções originais. Por exemplo: o motor de partida e o dínamo, que alimenta o sistema elétrico de 12 volts, formam uma única peça. Debaixo do banco há uma torneirinha, como nas motos, que comuta a passagem para a reserva de 3 litros do tanque de combustível (com capacidade de 13 litros). E a transmissão é feita por duas correntes, que levam a força do motor às rodas traseiras.

Os primeiros Romi eram equipados com motor dois tempos, de dois cilindros. Para o modelo 1959, o último a ser fabricado regularmente, a fábrica anunciava nas revistas uma velocidade máxima de 95 km/h, um consumo de 25 km/l e garantia que o carro \\\"vence com sobras as subidas mais íngremes\\\", graças ao novo motor BMW de quatro tempos monocilíndrico, de 298 cc e 13 hp de potência. Descontado o entusiasmo do redator do \\\"reclame\\\", 80 km/h por hora me parece uma velocidade mais próxima da realidade. Quanto às ladeiras, não ponho a mão no fogo. Nas retas, eu garanto: o carrinho desenvolve bem, desde que não haja timidez no trato com o acelerador. Dos buracos, é melhor passar longe. A suspensão é cumpridora, mas não pode fazer milagres com as rodas de aro 10. Mas os freios seguram bem a barra. Abrir o teto de lona é uma necessidade nos dias mais quentes: os grandes quebra-ventos não dão conta de ventilar a cabine.

Mesmo depois de encerrada a produção, alguns Romi-Isetta ainda foram montados, com o estoque de peças remanescente. No total, foram fabricadas cerca de 3000 unidades.

O público nunca levou o Romi-Isetta muito a sério. Era visto mais como uma excentricidade do que uma solução prática de transporte. E o fato de ter ficado à margem da política de incentivos à indústria automobilística, durante o governo Juscelino Kubitschek, fez com que seu preço não fosse competitivo - em 1959, ele custava mais de 60% do preço de um Fusca. Esses fatores contribuíram em parte para encurtar sua temporada por aqui. Mas, assim como muitos animais pré-históricos, ele foi vítima da seleção natural, devido a suas próprias limitações. Especialmente a de locomover-se mais rápido.

Vista de frente, a diferença de bitolas é gritante: 1,20m na dianteira e 0,52m na traseira. Ele tem apenas uma porta e por isso não era considerado um automóvel pelas autoridades. O painel é minimalista: velocímetro e três luzes-espia. Atrás do banco, fica o motor de 13 hp, de 298cc, que a fábrica garantia desenvolver até 95 km/h. Soluções originais: junto com a porta, vem o volante. E a alavanca de câmbio fica na lateral.

Antigos para quem valoriza detalhes

É comprar e curtir! Restaurações de alto padrão garantem credibilidade de empresa de Blumenau

Quarta-Feira, 25 de fevereiro de 2009

Para quem aprecia carros antigos de alta qualidade recomendamos visitar com frequência o site da RH Restaurações, empresa de Blumenau que se tornou uma das principais referências do Brasil em restaurações de alto padrão.

Além da prestação de serviços, é possível encontrar carros prontos e à venda.

É o caso deste Camaro 1974 (mais fotos no link). Preço: R$ 50.000,00.

Volkswagen é tema de evento de carros antigos no Anhembi

Sexta-Feira, 16 de janeiro de 2009

A história da evolução dos carros da Volkswagen será contada no próximo dia 20 (terça-feira), a partir de 19h, no Parque Anhembi, em São Paulo, com a realização do Volkswagen Classic Show. Exemplares raros como o Hebmuller 1952, Schwimmingwagen 1942 e o Karmann Ghia 1969 conversível estão entre os carros da marca alemã que desfilarão na passarela do Sambódromo.

Promovido pelo Grupo Matel como edição especial do Auto Show Veículos Antigos e Especiais, o evento traz também um espaço para compra e venda de carros antigos, exposição de tuning e o Café VW, onde serão apresentadas fotos históricas e outros itens curiosos relacionados à marca. Entre as atrações para o público infantil, o evento contará com um lounge com brinquedos educativos, miniaturas de Fusca e um Volkswagen elétrico.

Confirma abaixo a lista de carros da VW que já tem presença confirmada no evento:

VW Schwimmingwagen 42 / VW 50 / VW 52 Hebmuller / VW 53 (teto solar) /

VW 55 (teto solar) / VW 65 / VW Cabriolet 63 / VW 71 Automático / Karmann Ghia Coupé 62 / Karmann Ghia Conversível 69 / Karmann Ghia Dacon / TL Versão Esportiva / TL 2p 69 / TL 4p 72 / Variant Alemã / Brasília 74 /

Brasília Dacon / Passat Dacon / VW 86 (última série) / Kombi 59 / Kombi 50 Anos / Voyage Los Angeles 84 / Golf 4p 90 / Golf R32 2008 /

VW Mexicano 05 / New Beetle 08.

Auto Show Veículos Antigos e Especiais

O Auto Show Veículos Antigos e Especiais acontece todas as terças-feiras, das 19h às 23h, no Sambódromo do Anhembi e reúne colecionadores de carros antigos, aficionados por automóveis especiais e o púbico em geral, interessado em vivenciar momentos diferentes de cultura e lazer em uma enorme exposição de carros. Integrante da programação oficial do Estado de São Paulo, o Auto Show Veículos Antigos e Especiais reúne aproximadamente 6 mil pessoas por semana.

Serviço:

Volkswagen Classic Show – Auto Show Veículos Antigos e Especiais

Data: 20/01/09 (terça-feira)

Local: Sambódromo do Anhembi

Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1.209 (Portão 23 – Setor 1)

Ingressos: de R$ 20,00 (visitantes, veículos antigos e especiais), R$ 10,00 (veículos placa preta e motos) e R$ 5,00 (pedestres).

(Entrada franca para portadores de deficiência física, crianças até 12 anos ou maiores de 60 anos).

Tel: (11) 2888-5317

Vídeo de Hot Rods para encher os olhos

Começamos a abastecer o canal Vício Motor no YouTube. Confira!

Sábado, 06 de dezembro de 2008

O link está sempre ali ao lado e está aqui: o Canal do Vício Motor no YouTube vai trazer sempre destaques do programa, como esta reportagem exibida há algumas semanas.

Abaixo está a íntegra do texto do vídeo, narrado por Edmilson Ortiz.

\\\"Não basta uma pintura caprichada, uma roda grande e chamativa.
Um carro hot precisa ser quente, ou seja, precisa de potência.
Vício Motor agora vai contar como surgiu essa febre, uma mania que não perde força.
Aliás, força é o que não falta na trajetória dos hot rods.
Um personagem marcante na história da indústria automobilística também foi protagonista no surgimento dos carros no estilo hot.
Henry Ford foi um dos primeiros Hot Rodders do mundo.
Ele percebeu que a velocidade impressionava os potenciais clientes.
Os hot rods – carros envenenados – contribuíram para a reputação e o sucesso de Henry Ford.
Nas décadas de 20 e 30, a Ford produzia os modelos T e A.
Mais tarde, depois da segunda Guerra Mundial, estes modelos seriam a base para a maioria dos hot rods quando a moda pegou.
As sucatas estavam cheias de carros com mais de 15 anos.
A partir dos modelos T e A, coupé e roadster, os americanos começaram a construir em casa suas máquinas de velocidade.
Era um passatempo.
Pegavam uma carroceria velha e colocavam motores potentes, de preferência V8.
Este carro, por exemplo, é um Hot Rod histórico.
Pertenceu a um astro infantil americano dos anos 50 – Tommy Ivo, que mais tarde se tornou um dos melhores pilotos em arrancadas com dragstaers, nos anos 60 e 70.
É um perfeito exemplo dos primeiros Hot Rods.... o chassi Ford 1923 com uma carroceria clássica chamada “bucket” do modelo T.
Foi construído nos anos 60, com um motor V8 de Buick.
A pista de 402 metros era percorrida em 12 segundos.... a pouco mais de 200 km por hora.
Foi no começo dos anos 50 que a paixão pelos hot rods explodiu.
Os amantes destas máquinas buscavam lugares desertos para testar o desempenho dos carros – e foi uma forma de combater os rachas de rua, como fazem até hoje os pilotos de arrancadão.

CURIOSIDADE - Alguns dos 10 mandamentos dos proprietários de um Hot Rod.
- Nunca prefira andar com seu carro atual para deixar seu Hot na garagem.
- Ande com seu Hot sempre limo e reluzente
- Nunca deixe um carro mil ultrapassar deu Hot.
- E nunca diga que seu Hot ficou pronto!\\\"

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sexta-feira 20h; sábado 20h e 1h da madrugada; domingo 23h