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domingo 12h30 e 23h30; segunda-feira 11h e sábado 9h.

Arquivo: agosto/2009

carros

Lenda reeditada será atração em Lages!

VÍCIO MOTOR SHOW dias 12 e 13 de setembro no Centro Serra

Segunda-Feira, 31 de agosto de 2009

Na seleção de supercarros, o melhor evento do gênero no Sul do Brasil vai expor, em Lages, um legítimo Dodge Challenger R/T, com vários opcionais do SRT8.

O carro, em prata e preto, foi importado pela RD Motors. Além de curtir de perto e fotografar este lendário V8 com apelo retrô, o visitante terá a chance de negociar o carrão!!!

A reportagem a seguir foi extraída do site da QUATRO RODAS. 

Quem vê a volta do nome e do estilo do Dodge Challenger pode até supor que ele foi um sucesso comercial comparável ao do Ford Mustang e do Chevrolet Camaro nos anos 60. Não foi o caso. Lançado em 1970, ele chegou num período em que as restrições das normas de emissões de veículos ficavam cada vez mais rígidas nos Estados Unidos, o preço dos seguros para carros de alta performance disparava e, para piorar, o petróleo sofria uma alta sem precedentes. Suas baixas vendas o tiraram de linha em 1974, deixando um gosto amargo de saudade de um tempo que acabara de passar e não voltaria mais.

É exatamente esse o atrativo do Challenger SRT8 2008: a segunda chance concedida à idéia do pony car (cupês e conversíveis compactos para os padrões americanos dos anos 60, munidos de possantes motores V8). Eram carros que disponibilizavam muito prazer ao volante e que, instantaneamente, cativavam pelo desenho da carroceria. As linhas do novo modelo são bastante fiéis às do original, como se nota pelos faróis duplos na frente reta, pelas largas colunas traseiras e pela linha de cintura desnivelada. Se o capô está um pouco menor, isso não significa que o motor esteja mais tímido.

Trata-se do V8 Hemi de 6,1 litros de 425 cv e 58 mkgf, já conhecido no Chrysler 300C SRT8. Segundo o fabricante, o novo modelo vai de 0 a 96 km/h em pouco mais de 5 segundos. A tração é traseira. Cada Challenger SRT8 terá uma placa numerada de edição limitada. O cupê estará disponível nas cores laranja, prata ou preto. O carro será fabricado no Canadá e seu preço nos Estados Unidos é de 37995 dólares (68057 reais).

Como nem tudo se sustenta nas memórias, a Dodge equipou seu cupê com recursos eletrônicos como sistema de navegação por GPS e computador de bordo. Apresentado como conceito há dois anos e perseguido havia meses como segredo pela imprensa, o novo Challenger pode enfim mostrar a que veio. Assim que o Chevrolet Camaro for lançado, em breve, o Dodge poderá ficar frente a frente com seus antigos adversários - Camaro e Ford Mustang - em suas versões do século 21.

antigos

Uma lenda: Dodge Challenger R/T

A versão reeditada será atração no Vício Motor Show!

Segunda-Feira, 31 de agosto de 2009

O NOVO DODGE CHALLENGER R/T FAZ PARTE DA SELEÇÃO DE SUPERCARROS DO VÍCIO MOTOR SHOW, DIAS 12 E 13 DE SETEMBRO, EM LAGES. IMPERDÍVEL!!! 

Ícone americano, esportivo de 1971 vem com motor 7.2 V8 de 390 cavalos brutos

Texto: Renato Bellote Fotos: Fabio Aro - da revistaautoesporte.globo.com

CONFIRA GALERIA DE FOTOS 

Eis um raro exemplar do Dodge Challeger que roda e perfeito estado no Brasil, principalmente com acessórios originais de fábrica
Homem e máquina. Talvez uma das combinações mais interessantes que já existiram. Desde a criação do primeiro automóvel essa relação tem transformado meninos em homens e criado histórias nos quatro cantos do mundo. Desafios, apostas e muita paixão foram os ingredientes que fizeram dessa sincronia algo perfeito. O ritual é quase sagrado. A minha mão tremia um pouco naquela manhã. Talvez fosse a emoção de estar frente a frente com um monstro de seu tempo. Silêncio total. Um trechinho de alguma velha canção do Creedence passou pela minha mente com a velocidade de um trovão. Virei a chave. O som intenso dos oito cilindros aguçou meus sentidos. O big block estava acordado, sedento por engolir quilômetros de asfalto e litros de combustível.

Estou falando do Dodge Challenger R/T de 1971. O cartão de visitas, além do ronco, está debaixo do capô. Mas para que o leitor se recupere um pouco, vamos conhecer de perto a máquina que fez história e muita gente suspirar em um período de gasolina barata, sonhos ilimitados e todos os lugares para ir. Vamos mergulhar no passado e entender o motivo que fez os muscle cars se tornarem mitos sobre rodas.

1970

Aerofólio traseiro, quatro saídas de escapamento e pneus largos não são meros enfeites. Esse Dodge acelera forte.
A história toda começou em meados da década de 60. Nessa época o rock and roll mudava de estilo, os cabelos cresciam e Hollywood passava a influenciar a juventude com filmes mais dramáticos e realistas. A Guerra do Vietnã parecia um destino insólito e enterrava todos os sonhos em uma selva densa e cheia de lama. Era preciso algo diferente. A vida se tornara relativamente curta.

Entrada de ar vibra nas aceleraçõesA saga desses bólidos começou no escritório da Pontiac. Os executivos da empresa queriam aumentar as vendas com um carro que fosse rápido, potente, barato e, se possível, ostentasse uma sigla agressiva na carroceria. Simples, não é mesmo? Mas não era bem assim. Por sorte um nome foi lembrado no meio da reunião: John De Lorean.
O engenheiro logo colocou a idéia descrita no parágrafo acima em prática. E criou um segmento de sucesso, tanto que até hoje é lembrado por admiradores de todas as idades. O primeiro GTO, com 348 cavalos brutos e muitas possibilidades de acabamento, saiu da linha de montagem para se tornar um ícone da empresa.
Até o final da década, a concorrência já havia tratado de encher as ruas com dezenas de opções. O público se dividia entre estilo e potência, muita potência. Esse era o denominador comum, juntamente com a força bruta. Todos prontos para queimar o asfalto em longos burnouts ou disputar a atenção das garotas na esquina. Cá entre nós, algumas coisas não mudam nunca. Pois bem. Chegamos a este ponto para apresentar a estrela da matéria. A resposta da Mopar veio em 1970 com o lançamento do Challenger. As revistas especializadas se desmancharam em elogios. O comprador podia escolher entre nada menos do que oito opções de motorização e dezoito cores do catálogo!

Dash

O enorme motor V8 7.2 de 390 cavalos brutos sob o capô "shaker", aquele que sacode para segurar tanta força
O estilo chamativo e musculoso da carroceria E-body – apelidada de coke bottle – logo transformou o “desafiador” em um sucesso de vendas. Só no primeiro ano de vida quase 80 mil deles saíram da linha de montagem para a garagem – na maior parte das vezes – de jovens compradores. E custavam muito barato. Resultado: potência, juventude e baixo custo geraram uma combinação explosiva. Voltando aos motores, havia a possibilidade de escolher desde o fraco seis cilindros – de apenas 225 pol³ – até os estratosféricos blocos de sete litros com 426 pol³ (Hemi) e 440 pol³. A diferença de preço era de apenas algumas centenas de dólares. Desse modo sobrava dinheiro para alguns acessórios. E estes formavam outra lista igualmente extensa.

O opcional mais desejado, porém, é o que chama mais atenção no clássico. O modelo das fotos é equipado com um belíssimo V8, de 440 pol³ e o chamativo “shaker hood”. Debaixo dele está o “Six Pack”, que nada mais é do que um pacote de fábrica formado por três carburadores duplos. Sim, você leu certo. A potência é de 390 cv brutos e o shaker treme sobre o capô nas aceleradas mais eufóricas.

Sigla mágica

O interior de um legítimo "muscle car": simples, mas elegante.
O interior da máquina traz outro diferencial interessantíssimo: a alavanca de câmbio Hurst. Com a caixa de quatro marchas e uma boa reta garanto que era possível despachar uma boa parte dos curiosos – ou corajosos – que emparelhavam com ele no semáforo. O quarto de milha – uma medida que os norte-americanos tomam como referência – era coberto em pouco mais de 13 segundos na época.

Rallye 
Pneus radiais e rodas de liga-leve com desenho clássicoNos anos seguintes, até 1974, o modelo perdeu seu brilho. Mudanças estéticas e a crise do petróleo venceram os beberrões e os condenaram aos museus ou garagens, onde foram esquecidos por muito tempo. Aliás, uma dica para quem gosta de muscle cars em geral é o museu Floyd Garrett, localizado no Tennessee (EUA), que tem atraído milhares de visitantes desde sua inauguração em 1996. O Challenger retornou ao mercado no ano passado e promete reviver a briga com Mustang e Camaro. Felizmente o mundo dá voltas e os modelos clássicos também estão sendo redescobertos e voltando ao centro das atenções. Agora novas gerações de garotos podem conhecer sua fantástica trajetória. E como seus pais e avós, voltar a sonhar.

Muscle
 

Espelho retrovisor de formato cônico, largas faixas laterais e entradas de ar: não resta dúvida de que o carro é um legítimo esportivo!

383 V8

Bocal

automobilismo

Equilíbrio marca a estreia de Poços de Caldas na Mitsubishi Cup

Competição apresenta disputa e adrenalina até o final

Segunda-Feira, 31 de agosto de 2009

A quarta etapa do rali cross country velocidade Mitsubishi Cup foi disputada neste fim de semana em uma trilha extremamente técnica e que exigiu muito entrosamento entre piloto e navegador na cidade mineira de Poços de Caldas, paraíso ecológico cercado por montanhas de onde brotam inúmeras fontes de águas naturais.

Pilotos e navegadores precisaram manter 100% de concentração nos 28 km da pista, elaborada exclusivamente para a etapa, de média velocidade, com pista estreita, retas curtas e curvas travadas, com predomínio de cascalho no terreno e piso considerado excelente pelos competidores.

As duplas da categoria L200 Triton RS viveram mais um dia de intensa competição, onde sobressaiu o bom desempenho de Christian Baumgart e Beco Andreotti, que venceram novamente.

Com dois triunfos nas duas primeiras provas, a dupla paulista garantiu a vitória na etapa e a manutenção do primeiro lugar na classificação geral. Apesar do aumento na vantagem sobre os segundos colocados, Christian Baumgart avalia que o título ainda está muito longe de ser decidido: "A situação é boa, mas precisamos manter o ritmo forte nas próximas etapas porque não dá para se acomodar. Um dia ruim e podemos perder a vantagem”.

Já o vice-campeão da etapa e segundo colocado na classificação geral, Adriano Leão, não perde a esperança e acredita que os bons resultados ainda o credenciam para a disputa do título geral: "O campeão será quem cometer menos erros”. Em Poços de Caldas, excepcionalmente, o paulista de Ribeirão Preto competiu com o navegador Deco Muniz, que destacou as características técnicas da pista.

A categoria L200 RS teve como vencedores a dupla gaúcha Augusto Fiergelewski Soares e Rafael Capoani, que chegaram em segundo nas duas primeiras provas e ganharam a terceira. "Esperávamos uma etapa realmente muito equilibrada e fomos com tudo para a última prova, já que estávamos empatados com outras duas duplas. E deu certo”, disse Augusto Fiergelewski Soares.

Em segundo lugar na etapa, ficou o mineiro de Poços de Caldas Angelo Guazzelli, que venceu a primeira prova, mas lamentou a queda de rendimento, especialmente na segunda prova. "Cometi um erro na segunda prova que me custou a vitória e o segundo lugar e isso definiu a etapa. Na terceira prova, o Augusto foi muito competente e mereceu ganhar”. Agora, o piloto mineiro espera repetir o bom desempenho nas próximas etapas para manter o primeiro lugar geral, conquistado na terra natal.

Mas a disputa mais equilibrada do dia foi na categoria Pajero TR4R. As duplas que ocuparam os três primeiros lugares terminaram a etapa empatados com 39 pontos e a decisão foi nos critérios de desempate.

Com isso, venceu a dupla paulista Paulo Rugna e Adriana Parra, que obteve o melhor tempo em uma volta na etapa, de 24 minutos e 53 segundos. A navegadora destacou a competência da dupla em Poços de Caldas e acredita que ainda dá para chegar ao título da competição. "Nós demos azar nas três primeiras etapas, onde tivemos algumas qubras no carro, mas agora conseguimos ter um bom desmpenho e acredito que ainda estamosna disputa pelo título”.

Já o piloto Paulo Rugna dedicou o triunfo à sua equipe. "Eles são muito bons no que fazem”.

Em segundo lugar chegou a dupla de Santa Catarina Wilians Joares Dums e Jorge Adriano Peters, que assumiram a liderança geral. Agora, para o piloto catarinense, é preciso manter a regularidade e buscar pontos em todas as provas daqui até o fim do ano. "O campeonato só será decidido na última volta da última prova da etapa em Campinas”.

No total, a Mitsubishi Cup distribuirá durante o ano R$ 400.000,00 em dinheiro , troféus e prêmios especiais em cada etapa.

A Mitsubishi CUP é patrocinada por Itaú-Unibanco, Gol Linhas Aéreas, Pirelli, Castrol, Transzero, Daslu Homem, Ituran, Mira Transporte e Artfix.

Classificação 4ª etapa – Poços de Caldas (MG)

Categoria L200 Triton RS

1º colocado - Christian Baumgart e Beco Andreotti (São Paulo / SP) - 43 pontos
2º colocado - Adriano Leão e Deco Muniz (Ribeirão Preto / SP) - 38 pontos
3º colocado – Ingo Hoffman e Emerson Cavassim (São Paulo / SP) – 37 pontos
4º colocado – Reinaldo Marques Varela e Marcos Macedo (São Paulo / SP) - 36 pontos
5º colocado – Marcos Baumgart e Kleber Cincea (São Paulo / SP) - 33 pontos

Categoria L200 RS

1º colocado – Augusto Fiergelewskiw Soares e Rafael Capoani (Caxias do Sul / RS) – 43 pontos
2º colocado – Angelo Guazzelli e Carlos Eduardo Brites (Poços de Caldas / MG) – 42 pontos
3º colocado – Juliano Diener e Vitor Muench (São Bento do Sul / SC) – 36 pontos
4º colocado – Paulo Cesar Bertolini e Anderson Bertolini (Bento Gonçalves / RS) – 35 pontos
5º colocado – Peterson de Oliveira e Gilson Rocha (Tubarão / SC) – 32 pontos

Categoria Pajero TR4R

1º colocado – Paulo Rugna e Adriana Parra (São Paulo / SP) – 39 pontos
2º colocado – Wilians Dums e Jorge Peters (São Bento do Sul / SC) – 39 pontos
3º colocado – Rogério Cesar Rode e João Victor Alves Ribeiro (Piracicaba / SP) – 39 pontos
4º colocado – Fábio V. Nascimento e Paulo V. do Nascimento (São José dos Campos / SP) – 38 pontos
5º colocado - Carlos Roberto Girolla e Gilberto Cecílio Jr (Blumenau / SC) – 33 pontos


Classificação Geral:

Categoria L200 Triton RS

1º colocado - Christian Baumgart e Beco Andreotti (São Paulo /SP) - 128 pontos
2º colocado - Adriano Leão e Eduardo Bampi (Ribeirão Preto /SP) - 117 pontos
3º colocado - Ingo Hoffmann e Emerson Cavassim (São Paulo /SP) - 104 pontos
4º colocado - Hugo Rodrigues e Kaique Bentivoglio (Barueri/SP) - 101 pontos
5º colocado – Marcos Cassol e Rodrigo Mello (Rio Verde /GO) - 100 pontos


Categoria L200 RS

1º colocado - Ângelo Guazelli e Carlos Brites (Poços de Caldas / MG) - 126 pontos
2º colocado – Juliano Diener e Vitor Muench (São Bento do Sul / SC) – 124 pontos
3º colocado - Peterson de Oliveira e Gilson Rocha (Tubarão / SC) – 117 pontos
4º colocado – João Carlos Cardoso e Sidinei Broering (Curitiba / PR) – 115 pontos
5º colocado - Augusto Fiergelewskiw Soares e Rafael Capoani (Caxias do Sul / RS) – 103 pontos

Categoria Pajero TR4R

1º colocado – Wilians Dums e Jorge Peters (São Bento do Sul / SC) – 132 pontos
2º colocado – Sergio Gugelmin e Ivo Renato (Lages / SC) – 123 pontos
3º colocado – Fábio V. Nascimento e Paulo V. do Nascimento (São José dos Campos / SP) – 122 pontos
4º colocado – Marcos Mendes e Luis F. Eckel (Tubarão / SC) – 107 pontos
5º colocado – Carlos Girolla e Gilberto Cecílio Jr (Blumenal / SC) - 104 pontos

automobilismo

Equipe brasileira lidera e mostra força na etapa do Mundial na Hungria

Nem os problema nos freios e no reabastecimento impediram o time de Bernoldi e Streit de se impor. Brasileiros chegaram a meros 0s820 do vencedor e a 0s481 do segundo colocado

Segunda-Feira, 31 de agosto de 2009

Mais uma vez o Sangari Team Brazil mostrou que chegou para figurar entre os melhores times do Campeonato Mundial de GT1, a principal categoria de carros do tipo Turismo do mundo. Na etapa realizada em Hungaroring, a segunda na ainda curta história da equipe, o time brasileiro dos pilotos Enrique Bernoldi e Roberto Streit largou em terceiro e assumiu a ponta já na primeira curva, com Bernoldi no comando do Corvette Z06.

Diante de um público de 15 mil pessoas e sob forte sol, o time liderou a corrida, sofreu uma batida que comprometeu seu reabastecimento, teve problema de freios e ainda assim manteve um forte ritmo na fase final das duas horas de prova, sendo mais rápido que os dois Maserati MC 12 que conquistaram os primeiros lugares. De quebra, o Corvette do Sangari Team Brazil também registrou a melhor volta na corrida. O bólido da equipe brasileira tem sido um dos poucos capazes de bater com certa constância os carros italianos. Além de terem registrado o melhor resultado entre os modelos Corvette inscritos, Bernoldi e Streit deixaram claro que a vitória escapou das mãos do time brasileiro por questões circunstanciais, ainda na segunda corrida que a equipe realiza no torneio. Em termos de condições de vitória, a dupla do Sangari Team Brazil vai aos poucos consolidando seu nome entre as mais cotadas para o restante da temporada do Campeonato Mundial.

Após a corrida, o modelo Saleen S7R do austríaco ex-F1 Karl Wendlinger e do escocês Ryan Sharp, que havia recebido a bandeira quadriculada em primeiro, foi excluído da competição por ter sido reprovado na vistoria técnica realizada após a prova. O motivo foi o fato de o seu motor ter continuado a funcionar depois do teste no qual os restritores de ar são totalmente obstruídos – o que sugeriria que o motor teria mais potência do que o previsto por supostamente se beneficiar de um suprimento extra de ar. Com isso, a vitória passou para o Maserati MC 12 da dupla Michael Bartels (também ex-F1, Alemanha) e Andrea Bertolini (Itália), seguido por outro bólido italiano, com Alessandro Píer Guidi (Itália) e Matteo Bobbi (Itália) ao volante.

Chegada emocionante – Na bandeirada final, o Corvette dos brasileiros, que é preparado pela equipe DKR Engineering, terminou a meros 0s820 do vencedor e a 0s481 do segundo colocado – o que dá uma idéia do nível de tensão na chegada. "Mais duas voltas, e talvez nós tivéssemos vencido!”, comemorou Enrique Bernoldi, muito satisfeito com o rendimento da equipe brasileira. "Consegui pular na ponta na largada e mantive a dianteira até minha parada no box. Nosso principal problema foi a batida que levei na quarta volta, que danificou o bocal de reabastecimento de combustível – por isso perdíamos muito tempo nas paradas”, explicou o brasileiro, lembrando da manobra de Alex Muller (alemão parceiro do português Miguel Ramos em outro Maserati MC 12). O germânico tentou passar o parceiro de equipe Karl Wendlinger, errou a freada e acertou a lateral do Corvette do time brasileiro.

"Para quem não conhecia a pista, acho que consegui corresponder ao que a equipe esperava”, comentou Roberto Streit, que completou o belo turno de pilotagem de Bernoldi mostrando muita velocidade ao volante do Corvette. "O que mais me atrapalhou foi o problema nos freios. Sem isso, teríamos sido bem mais rápidos no meu turno. Mas fiquei feliz por sermos o melhor Corvette na pista. Hungaroring é a pista na qual esperávamos maiores dificuldades, por ser muito sinuosa e por nosso carro ter um entreeixos maior, o que não facilita as coisas em um traçado repleto de mudanças de direção. O terceiro lugar foi ótimo. Mas por termos largado tão bem e por termos brigado pela pole, fica aquela sensação de que poderíamos ter ido melhor na corrida. Quem compete é sempre assim, sempre quer mais. Só que esta é apenas nossa segunda corrida e o que conseguimos hoje aqui foi ótimo, sem dúvida. E nos deixa bastante animados para o restante da temporada”, completou Streit.

A sexta etapa do Campeonato Mundial de GT1 será disputada no dia 20 de setembro, no circuito de Algarve, Portugal. Confira os cinco melhores na prova deste domingo:
1) Michael Bartels (Itália)/Andrea Bertolini (Itália), Maserati MC 12 – 2h00min50s589 (média de 145,72 Km/h)
2) Alessandro Pier Guidi (Itália)/Matteo Bobbi (Itália), Maserati MC 12, a 0s339
3) Enrique Bernoldi (Brasil)/Roberto Streit (Brasil), Sangari Corvette Z06 – a 0s820
4) Xavier Maasen (Holanda)/Thomas Biagi (Itália), Corvette Z06 – a 4s718
5) Mike Hezemans (Holanda)/Anthony Kumpen (Bélgica),Corvette Z06 – a 19s668

Mais informações para a imprensa:
ReUnion Press

automobilismo

Claudio Cantelli Jr vence corrida da F3 nesse domingo

Com uma prova marcada por intenso calor, safety car na pista e penalidade de 20 segundos para Nilton Molina, a vitória de Cantelli diminui a diferença entre o líder do campeonato de 19 para 7 pontos.

Segunda-Feira, 31 de agosto de 2009

Santa Cruz do Sul, 30 de agosto de 2009 – Com uma temperatura de mais de trinta graus, que testou o condicionamento físico dos pilotos, o resultado da 8ª rodada da F3 Sul-Americana deu a vitória a Claudio Cantelli Jr, seguido de Lucas Foresti e Leonardo Cordeiro, respectivamente. “Estou muito feliz com minha primeira vitória, mas sobretudo com a evolução do carro”, comenta Cantelli.

Com esse resultado, novamente quem ganha é a matemática da competitividade, já que Cantelli, agora com 50 pontos, conseguiu chegar bem mais perto do líder da temporada, Leonardo Cordeiro (Cesário Fórmula). O terceiro lugar permanece com Lucas Foresti, também da Cesário Fórmula que, segundo ele mesmo, teve uma corrida boa, mas não excelente. As palavras do piloto não poderiam ser mais exatas. Se por um lado ele se distanciou um pouco do primeiro e segundo lugar na classificação geral do campeonato, por outro abriu uma diferença para o quarto colocado de 3 para 11 pontos. E teve um desempenho inesperado a julgar pelos treinos. “No sábado sai em oitavo, cheguei em quinto; hoje sai em quinto cheguei em segundo”, comemora.

Inesperado também foi o fim da prova, com o safety car na pista por conta de uma rodada de Vitor Guerin (Dragão Motorsport), da F3 Light. Embora sem concluir a prova, Guerin completou os 75% do percurso que lhe garantem a pontuação, mas perdeu a segunda posição na classificação geral para Henrique Martins (Cesário Fórmula Jr), que ganhou a prova de hoje, seguido de Rafael Abbate (Cesário Fórmula Jr) e Bruno Andrade (MX Racing). Abbate, que esperava uma segunda largada para tentar roubar o primeiro lugar de Martins, não teve a chance, mas ainda assim mantém liderança com folga na categoria Light, graças aos 20 pontos de vantagem.

Se alguns esperavam o safety car, outros não conseguiram conter a ansiedade. Nilton Molina Neto (PropCar Racing) ultrapassou Lu Boesel (Dragão Motorsport) e foi penalizado em 20 segundos, que custaram caro. Se a prova tivesse sido finalizada com o primeiro resultado, antes da pena, Molina estaria em sexto e Boesel em oitavo. Após a alteração do resultado por conta da penalização, Boesel terminou em sexto e Molina em oitavo na classificação geral da temporada.

(Crédito da Foto: Flávio Quick) 

Confira abaixo o resultado final da 8ª etapa da Fórmula-3 Sul-americana e a classificação geral do campeonato:

1º- Claudio Cantelli (Bassan Motorsport), 21 voltas em 31:30.775

2º- Lucas Foresti (Cesário Fórmula) em 31:32.287

3º- Leonardo Cordeiro (Cesário Fórmula) em 31:34:026

4º- Lu Boesel (Dragão Motorsport) em 31:35.071

5º- Igor Veras (Propcar Racing), em 31:36:334

6º- Henrique Lambert (Razia Sports) em 31:37.912

7º- Yann Cunha (Razia Sports) em 31:38.792

8º- Henrique Martins (Cesário Fórmula Jr) em 31:39.996 F3 Light
9º- Raphael Abbate (Cesário Fórmula Jr) em 31:40.878 F3 Light
10º- Leonardo de Souza (Kemba Racing) em 31:41.896

11º- Bruno Andrade (MX Racing) – em 31:43.019 F3 Light

12º- Leandro Florenzo (Bassani Racing), em 31:43.642 F3 Light

13º- Nilton Molina Neto (Propcar Racing) em 31:54.605
 

Melhor volta, Claudio Cantelli Jr, a 1:16.274


Não concluíram a prova:

Victor Guerin (Dragão Motorsports), 16 voltas F3 Light

Fernando Galera (Bassan Motorsport), 8 voltas
Mateus Labba (Kemba Racing) 0 volta F3 Light

 

Veja como ficou a classificação da temporada:

 

F3 Sul-americana

1

57

15

50

2

41

17

29

12

27

8

23

11

27

14

25

7

16

18

12

 

F3 Light

32

68

31

48

87

43

63

36

33

18

43

9

41

0

A Fórmula 3 Sul-americana é a principal categoria de base do automobilismo, aquela que melhor prepara e mais revela futuros talentos para as principais categorias do automobilismo mundial. Na América do Sul é organizada pela 63MKT com supervisão da Confederação Sul-Americana de Automobilismo (Codasur) e da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). Desde que foi criada, em 1987, já revelou grandes nomes do automobilismo mundial e nacional, como Rubens Barrichello, Hélio Castroneves, Christian Fittipaldi, Gabriel Furlán, Cristiano da Matta, Vitor Meira, Nelsinho Piquet, entre outros. Em 2009, a F3 Sul-americana aumenta sua importância e amplia sua contribuição para o automobilismo realizando no mesmo final de semana provas da F3 Sul-americana Light e da Fórmula Universitária. Seguindo a mesma filosofia e com regulamentos técnicos e esportivos de responsabilidade da FIA (Federação Internacional do Automóvel), as categorias que compõem o evento F3 fazem parte da mais nova aliança no automobilismo profissional do Brasil.

Informações para a Imprensa:

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sexta-feira 20h; sábado 20h e 1h da madrugada; domingo 23h