Horários Vício Motor:

domingo 12h30 e 23h30; segunda-feira 11h e sábado 9h.

Arquivo: julho/2009

Equipe Volkswagen treina forte em Santa Cruz do Sul para manter hegemonia na Fórmula Truck

Líder do campeonato de marcas, a Volkswagen levou seus pilotos e os caminhões Constellation para uma série de treinos no Sul, visando a próxima etapa da categoria, que será em Londrina

Sexta-Feira, 31 de julho de 2009

Manter a hegemonia na Fórmula Truck. Este é o lema da equipe Volkswagen no momento. Líder do campeonato de marcas, com 260 pontos, e do campeonato de pilotos, com Valmir Benavides, com 108 pontos, o time está treinando em Santa Cruz do Sul para aperfeiçoar ainda mais os caminhões Constellation, visando a próxima etapa da categoria, que acontece em Londrina, no dia 16 de agosto.

Todos na Volkswagen sabem que a vantagem conquistada até agora é boa, mas ela só será mantida com muito trabalho, esforço e dedicação. Por isso, engenheiros e pilotos estão dando duro.

"Nós conquistamos uma boa vantagem até agora, mas não podemos estacionar. Nossos adversários estão melhorando e nós precisamos continuar evoluindo, como aconteceu em todas as corridas, para não dar chances para o adversário”, afirmou Valmir Benavides, líder do campeonato de pilotos.

Para Felipe Giaffone, campeão da Fórmula Truck de 2007 e vice-líder do campeonato, com 78 pontos, o grande segredo da equipe Volkswagen sempre foi o trabalho sério e a evolução técnica. Por isso, todos estão dando o máximo em Santa Cruz do Sul.

"É preciso manter uma evolução constante para não estagnar, e quanto a isso a equipe Volkswagen nunca teve problemas, pois trabalha sério a todo momento. Estou confiante para a próxima etapa.”

Stock Car Bahia

Para Max Wilson e Ricardo Maurício o treino de classificação pode definir a corrida

Sexta-Feira, 31 de julho de 2009

Max Wilson e Ricardo Maurício, da Eurofarma-RC são pilotos experientes em circuitos de rua, característica da próxima etapa da Copa Nextel Stock Car marcada para o dia 9 de agosto, na Bahia.

"Eu já corri no Brasil, Estados Unidos, Europa. A última vez que corri em um circuito de rua foi no ano passado, na Austrália, pela V8 Supercar”, conta Max Wilson, convidado pela organização da Copa Nextel Stock Car para avaliar o traçado baiano.

O piloto Ricardo Maurício já esteve na China, Macau, entre 97 e 98 competindo pela F-3 e ainda, no tradicional circuito de Mônaco entre 99 e 2002 na categoria F-3000. "O que dá para comparar é o fato de serem mais estreitas, com pouca aderência e pouca área de escape. Tudo isso pede mais atenção dos pilotos, principalmente durante os treinos”, diz Ricardo Maurício.

Segundo o atual campeão da categoria, os treinos livres de sexta e sábado terão importância ainda maior nessa etapa, pois a passagem contínua dos carros é que deve contribuir para a melhor aderência do piso. "À medida que os pneus vão se desgastando, colocam borracha na pista”, explica.

Outra característica é o traçado estreito que dificulta a ultrapassagem dos pilotos e deve mexer com a estratégia de todas as equipes. Para Ricardo Maurício, uma boa classificação no grid de largada pode representar 80% do pódio.

"Isso deve mexer também na estratégia da troca de pneus, a maioria das equipes deve optar por não trocar porque você perde posições e a ultrapassagem na volta é muito difícil”, conta Ricardo Maurício.

A partir de domingo, um novo circuito de rua entra para o currículo dos experientes pilotos da Euforarma-RC. Enquanto não estréiam na chamada "Mônaco brasileira”, Ricardo Maurício e Max Wilson relembram as vitórias que marcaram a carreira.

"Desde criança eu assistia às corridas em Mônaco e sonhava com aquilo. Meu primeiro pódio foi um 3º lugar na F-3000, em 97. Fiquei muito emocionado”, relembra Max Wilson.

"Minha maior lembrança é de Macau, na China. As características do circuito são únicas. De início os carros passam por retas largas depois caem numa sequência de curvas fechadas que tornam qualquer ultrapassagem impossível. Foi lá que disputei e venci a segunda bateria em 1998, pela F-3”, conta Ricardo Maurício.

Stock Car: Circuito de Salvador deverá receber duas chicanes

Representante da Comissão de Segurança, Felipe Maluhy acompanhará teste que será realizado pelo piloto de testes da JL no traçado baiano neste domingo (2)

Sexta-Feira, 31 de julho de 2009

Um dos membros mais ativos da Comissão de Segurança formada pelos pilotos da Stock Car, Felipe Maluhy viaja a Salvador (BA) neste sábado (1º) para conferir os trabalhos finais no circuito de rua que receberá a sexta etapa do campeonato no próximo dia 9. O piloto da equipe Tracker Racing viaja ao lado de Felipe Giaffone, piloto de testes da JL, empresa fabricante dos novos carros da categoria. Giaffone será o responsável pela condução de um protótipo pelo circuito de 2.774 metros, montado no Centro Administrativo da Bahia (CAB), na capital daquele Estado.

O teste servirá de avaliação para o circuito, que deverá receber duas chicanes para diminuir a velocidade em alguns trechos mais rápidos e, assim, aumentar a segurança. "O circuito em si é muito bom. A pista tem dez metros de largura, o que é um tamanho razoável; é mais ou menos dois metros mais estreita do que autódromos como Interlagos e Curitiba, por exemplo”, elogiou.

A visita ao circuito, segundo o piloto da Tracker Racing, será feita para avaliar as condições de segurança e a necessidade da instalação das duas chicanes. "Como é a primeira vez que a Stock Car vai fazer uma corrida em um traçado urbano, a comissão dos pilotos e das equipes, em conjunto com a Vicar (organizadora do campeonato), encontrou um consenso e achou melhor pecar pelo excesso de cautela do que pela falta de cuidados. Correr em circuito de rua já é mais arriscado do que em um autódromo, e achamos desnecessário assumir mais riscos do que já julgamos razoável”, explicou.

"O asfalto da pista está ótimo, mas haverá trechos com velocidades bastante altas, e julgamos isto um risco para os carros da Stock em um circuito de rua”, afirmou Maluhy. "Por isso o Felipe (Giaffone) vai fazer este teste com o protótipo”, justificou.

Os pontos que deverão receber as chicanes são a Curva 1 (no final da reta dos boxes) e a curva que antecede a Reta Oposta. Ambos os pontos, de acordo com Maluhy, deverão ser contornados em terceira ou quarta marcha, em velocidades que podem chegar aos 200 km/h. "Qualquer batida em uma curva de alta velocidade pode destruir o carro, e para aumentar a segurança devermos tomar estas medidas”, disse.

Após a visita e os testes, comissão de pilotos e equipes e a Vicar se reunirão novamente e decidir pela instalação das novas curvas.

Mais informações para a imprensa:
ReUnion Press

Superleague: Futebol sob quatro rodas acelera neste domingo na Inglaterra

Pizzonia acelera o carro do Corinthians na terceira rodada dupla da competição, que marca seu retorno à Donington Park após quase 10 anos

Quarta-Feira, 29 de julho de 2009

A terceira rodada dupla da Superleague Formula, o futebol sob quatro rodas, acontece neste domingo (02/08). Corinthians, Flamengo, Roma, Milan, Porto e outras 13 das principais equipes do mundo duelam no autódromo de Donington Park, na Inglaterra. “Eu sempre andei muito bem lá, desde que comecei no automobilismo inglês. A expectativa é brigar pela vitória”, afirma o brasileiro Antonio Pizzonia, que compete com o carro do Timão. . A TV Esporte Interativo transmite por antena parabólica e pela internet (www.esporteinterativo.com.br) as duas provas (7h e 10h) e a Super Final (11h) ao vivo.

 

Apesar do sucesso que sempre teve em Donington Park, quando ainda corria de Fórmula Renault e Fórmula 3, Pizzonia não visita o circuito – que será sede do GP da Inglaterra de F1 em 2010 – há nove anos. “É muito tempo, não me lembro os segredos e os macetes da pista de cabeça”, conta. No entanto, o titular do Corinthians acredita que em pouco tempo estará readaptado aos 4.023 metros e 12 curvas da pista. “Não é como chegar numa pista onde eu não conheço e nem sei pra que lado vira. Aos poucos eu volto a pegar as manhas da pista. Espero repetir meus ótimos resultados quase 10 anos depois”, completa o piloto que dominou a última etapa da Superleague, em Zolder (Bélgica) até abandonar com problemas na transmissão.

 

Diferentemente da última rodada, quando não tinha bons pneus para trabalhar com mais precisão no acerto do carro durante os treinos livres, o representante do Corinthians pretende ajustar seu bólido o quanto antes. “Agora nós temos pneus melhores, em condições mais próximas do que vamos encontrar no treino classificatório”, explica. Ele aponta que largar bem é fundamental. “Espero trabalhar no caminho certo para ter um bom carro. O treino classificatório é muito importante, principalmente para a primeira prova”, ressalta o experiente piloto que soma passagens pela Fórmula 1 e pela Champ Car.

 

Uma boa notícia para essa corrida é que Pizzonia está bem recuperado da luxação no dedo polegar direito que sofreu após o acidente na largada da primeira corrida da rodada passada, quando o carro do Atlético de Madrid voou por cima de seu monoposto. “O dedão ainda está um pouco inchado e dolorido, mas não vai atrapalhar em nada o meu desempenho”, garante o amazonense, que subiu no pódio em Magny Cours (França), depois de ter conquistado a pole position na abertura do certame da Superleague.

 

Essa é a programação para o fim de semana em Donington Park (horários de Brasília):

 

Sábado, 01/08

05h05 – 05h35: Treino livre

07h10 – 07h40: Treino livre

09h05 – 09h35: Treino livre

10h50 – 12h10: Treino classificatório

 

Domingo, 02/08

07h00: Largada para a 5ª etapa

10h00: Largada para a 6ª etapa

11h00: Largada para a Super Final

 

Confira a classificação do campeonato após quatro etapas:

 

1) Liverpool (ING), 159 pontos;

2) Al Ain (EAU), 135;

3) Tottenham (ING), 128;

4) Basel (SUI), 117;

5) Milan (ITA), 112;

6) Anderlecht (BEL), 110;

7) Olympiacos (GRE), 104.

8) Flamengo (BRA), 83;

9) Corinthians (BRA), 76;

10) Galatasatay (TUR), 75;

11) Atlético de Madrid (ESP), 74;

12) Porto (POR), 73;

13) Midtjylland (DIN), 72;

14) Glasgow Rangers (ESC), 66;

14) Roma (ITA), 66;

16) Lyon (FRA), 52;

17) Sporting (POR), 51;

18) PSV (HOL), 35;

Pilotos de várias categorias acham que Schumacher vai surpreender

Eles analisam do impacto motivacional ao trabalho na parte técnica que o alemão fará junto da Ferrari a partir do próximo GP

Quarta-Feira, 29 de julho de 2009

Todos brasileiros, vários pilotos deram sua opinião sobre o retorno de Michael Schumacher a um cockpit da Ferrari. Eles lamentaram o acidente ocorrido com Felipe Massa no GP da Hungria, mas saudaram a oportunidade de ver o super campeão novamente ao volante. Talentos ainda iniciantes, como Pipo Derani, destacaram as possíveis dificuldades ligadas às modificações técnicas recentes sofridas pela F-1. Mas gente mais experiente, caso, por exemplo, de Chico Serra (piloto da equipe Hotwheels de Stock Car), acreditam que a experiência vai superar os problemas iniciais. E outros, como o gaúcho Claudio Ricci (do Itaipava GT3 Brasil), apostam em surpresas: "Como ele não tem nada a perder, vai poder arriscar mais do que os outros, que competem pensando em pontos e no campeonato”. E há os que fazem análises mais complexas: "Schumacher pode ser fundamental para a equipe em termos de desenvolvimento na segunda metade do campeonato, especialmente no final, quando estes efeitos poderão ser mais sentidos. Mais do que simplesmente substituir Massa, talvez sua grande contribuição seja na área técnica”, disse Marcos Moraes, piloto do Campeonato Brasileiro de Rally Cross-Country.
Confira as declarações a seguir:

Bruno Garfinkel, Itaipava Trofeo Maserati
"A volta dele será algo excelente para o esporte como um todo. Vai colocar à prova todos os pilotos que participam da atual da temporada. Eles vão sentir a responsabilidade de dividir curvas com uma lenda, com um cara que chegou a ser heptacampeão. O fato de ter aceitado o convite também mostra sua amizade e carinho pelo Massa. Acho que ele é um dos únicos pilotos aptos a competir pela Ferrari que não vão querer ocupar futuramente o lugar do Felipe”.

Chico Serra, Copa Nextel Stock Car
"Acho que, apesar de ter parado de competir na categoria, o Schumacher nunca perdeu contato com ela. Então, deve estar mais atualizado do que a maior parte das pessoas imagina. A idade (40 anos) vai pesar um pouco, mas o Schumacher é daqueles competidores que sempre surpreendem. Então, acho que essa volta tem tudo para ser um dos pontos altos do Campeonato. O Felipe não poderia ter um substituto que honrasse melhor seu cockpit”.

Cláudio Ricci, Itaipava GT3 Brasil
"Essa notícia é sensacional! E acho que o momento, apesar da tristeza pelo que aconteceu com o Massa, é bom, pois a Ferrari mostrou mais competitividade na última corrida, na Hungria. Então, o Schumacher chega em boa hora em termos técnicos. Mas é claro que eu preferiria o Schumacher no lugar do Raikkonen, e junto com o Felipe! Um detalhe importante é que ele não tem nada a perder. Então, acho que vai poder arriscar na estratégia de corrida de forma mais ousada que o restante, que tem que pensar na posição no campeonato, em não desperdiçar um ou outro pontinho. E o Schumacher correndo sem compromisso vai ser uma das melhores coisas da temporada, pode acreditar!”

Felipe Maluhy, Copa Nextel Stock Car
"É ótimo ter o Schumacher de volta, principalmente em termos de mídia para o esporte. Antes desse anúncio eu vi algumas declarações do Schumacher dizendo que está com 40 anos e que não seria mais o mesmo. Mas acho que tudo isso é uma estratégia para tirar a pressão de cima dele. Acho que o Schumacher será extremamente competitivo. Não sei se ele poderá superar o Raikkonen, mas com certeza os dois devem tirar 100% do carro. Será um duelo muito interessante”.

Gabriel Dias, Campeonato Inglês de Fórmula 3
"Eu tenho certeza de que o clima na Ferrari depois do acidente devia estar péssimo até hoje. O Massa, além de grande piloto, sempre foi alguém capaz de motivar o time. Essa é uma das missões mais difíceis para um piloto no automobilismo de hoje: conquistar a equipe, para que ela dê 110% e o ajude a atingir seus objetivos. Agora, com o Schumacher, acho que a Ferrari vai sofrer um choque de motivação. O Felipe aprendeu muito dessa arte com o Schumacher. Então, agora, a Ferrari vai entrar em campo com uma dupla motivação: dar seguimento ao trabalho do Felipe e atender ao incentivo do Schumacher. Por isso, talvez vejamos alguns lampejos do supertime das temporadas passadas. Seria perfeito ter Schumacher e Massa novamente”.

José Vite, Copa Renault Clio
"Acredito que essa foi uma má notícia para o Raikkonen. Ele já andava desmotivado, com o Felipe andando na frente dele constantemente. Mas agora vai dividir a equipe com uma lenda e um sujeito que é tudo para a Ferrari, um cara que virou uma espécie de embaixador do time, seu maior ídolo. O Schumacher é intocável e imagino a revolução que sua volta representa para a torcida, para os mecânicos, para a direção do time. Se antes já estava apagado, agora o Raikkonen pode acabar virando um acessório. Sua única salvação é andar na frente do alemão. E disso eu tenho muita dúvida no momento”.

Lucas Di Grassi, Campeonato Mundial de Fórmula GP2
"No contexto em que as coisas estão, o Schumacher é a melhor opção. Ele está sempre no meio da equipe, conhece o carro – apesar de não ter andado na configuração deste ano – e sem dúvida é o mais qualificado para substituir o Felipe. Acho difícil ele entrar na pista e estar no mesmo nível em que estava quando deixou a Fórmula 1. A parte mental dele deve estar melhor do que quando se aposentou, mas ele está mais velho e pode ter perdido um pouco daquela velocidade de reação e raciocínio. Não que ele esteja lento, mas acho que não será o Schumacher de antes. No momento o Felipe tem muito mais capacidade do que ele”.

Luciano Burti, Copa Nextel Stock Car
"Considerando o fato de ser uma situação inesperada e a equipe não teve como se preparar, o Schumacher foi a melhor opção, já que este ano os testes são proibidos e a equipe tinha a necessidade por alguém já pronto. Ele sempre se destacou pela facilidade de se adaptar a qualquer situação, carro e pista, sendo sempre veloz desde o início. E isso é reflexo puro do talento; é natural para o Schumacher superar dificuldades. Acho que ele vai ser muito rápido em Valência, porque este é o principal ponto forte dele. Não é impossível o Schumacher pensar em voltar definitivamente. Agora ele já descobriu o outro lado da moeda, de estar aposentado e ficar em casa. De repente ele pode achar melhor do que andar de moto e ficar se quebrando (Schumacher sofreu um acidente de moto treinando na Espanha e foi parar no hospital). Pode acontecer dele querer voltar e acho que isso pode passar pela cabeça dele, sim. Se ele não tivesse mais vontade, não teria aceitado o convite da Ferrari”.

Marcos Moraes, Campeonato Brasileiro de Rally Cross-Country
"Acho que o foco das atenções de forma geral nesse retorno, obviamente, será o rendimento do Schumacher na pista, diretamente nas corridas. Mas para a Ferrari há algo bastante interessante, que é o trabalho dele como acertador de carro. Isso pode ser fundamental para a equipe em termos de desenvolvimento na segunda metade do campeonato, especialmente no final, quando estes efeitos poderão ser mais sentidos. Mais do simplesmente substituir Massa, talvez sua grande contribuição seja na área técnica”.

Pedro Enrique, Campeonato Europeu de Fórmula 3
"Só acho uma pena que não seja sob as melhores condições, pois só aconteceu com o Felipe se recuperando de um acidente. Seria mais legal que ele voltasse de outra forma. Mas acho que o Schumacher estará em ótimas condições, sim. Ele jamais toparia se expor tanto se fosse dar vexame. Mesmo estando há algum tempo parado, como sempre ele deverá surpreender. Por outro lado, não acredito que Schumacher volte para a Ferrari em definitivo. Ele está lá por amizade ao Massa e por fidelidade à Ferrari. Além disso, o Felipe tem o lugar dele e é muito respeitado por toda a equipe”.

Pipo Derani (mais jovem brasileiro no exterior, 16 anos), Campeonato Norte-Europeu de Fórmula Renault
"Foi show essa notícia! Ele é um ídolo e é muito bom tê-lo de volta. Acho que no começo ele vai ter um pouco de dificuldade, porque ficou muito tempo parado. Até pelas mudanças que foram feitas na parte técnica desde que ele saiu, que foram muitas. Mas ele tem bastante experiência com pneus slick e vai ter bom rendimento. A idade do Schumacher (40 anos) não muda nada. A experiência dele só ajuda, vai fazer a diferença; ele é um piloto completo”.

Tiago Geronimi, Campeonato Europeu de Fórmula 3
"Eu fiquei surpreso com a confirmação. É um dos nomes nos quais eu não apostava para o lugar do Felipe. Mas fiquei muito contente com a volta dele. É difícil dizer se ele vai ser competitivo. Faz tempo que não participa da F-1, então não dá para saber. Ainda tem o problema dos pneus slick, que mudaram todo o acerto do carro e têm uma diferença de três segundos para os pneus sulcados usados por ele desde 1998”.
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Horários Competição:

sexta-feira 20h; sábado 20h e 1h da madrugada; domingo 23h