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Arquivo: abril/2009

Novos vídeos contam história da Lamborghini

Da TVCom pro site as reportagens do VÍCIO MOTOR

Terça-Feira, 14 de abril de 2009

Tudo começou com tratores e houve até carro militar na impressionante história da Lamborghini.

Na foto um Countach, um trator e um Miura.

VEJA AS 4 REPORTAGENS EM VÍDEO

Exibimos uma série de reportagens no último VÍCIO MOTOR, na TVCom.

Os vídeos já estão no site, mas para quem prefere ler segue um resumo desta história.

Conta a história que no começo dos anos 60 Ferruccio Lamborghini, construtor de tratores e empresário dos ramos de calefação e ar-condicionado, teve problemas com um Ferrari e foi a Maranello reclamar à fábrica do comendador Enzo. Não tendo recebido o tratamento desejado, prometeu vingar-se produzido seus próprios carros-esporte.”


A Lamborghini é um fabricante de automóveis esportivos de alto desempenho com sede no município italiano de Sant'Agata Bolognese, nas imediações de Bolonha. A companhia foi fundada em 1963 por Ferruccio Lamborghini (1916–1993) como uma filial da sua bem-sucedida fábrica de tratores Lamborghini Trattori S.p.A..

Ferruccio decidiu instalar-se em Sant’Agata de Bolonha e contratou uma série de engenheiros de nomeada para construir os seus carros, como foi o caso de Bizzarrini, Dallara e Stanzani.

Em 1964 foi produzido o primeiro carro Lamborghini, o modelo 350GT, que combinava um chassis desenhado por Dallara com um motor V12 concebido por Bizzarrini. O carro fez bastante sucesso e foi produzido até 1968, depois de ter sido renovado em 1966.

Ainda em 1966 foi lançado o mítico Miura, desenhado por Bertone e dotado também de um potente motor V12. Também este modelo foi um tremendo sucesso de vendas tendo sido produzido até 1973.

Entretanto, em 1968 tinha sido apresentado o Lamborghini Islero, destinado a substituir o 400 GT, que havia surgido como desenvolvimento do 350GT. Também em 1968 apareceu o Lamborghini Espada, o primeiro carro da marca com capacidade para quatro pessoas. Dois anos depois o Islero foi substituído pelo Lamborghini Jarama.

Em 1972 o Lamborghini Urraco permitiu à marca italiana entrar no segmento dos pequenos super-carros. Ainda nesse ano a Lamborghini vendeu 51 por cento das suas acções a um empresário suíço, com aos restantes 49 por cento a serem entregues a outro suíço em 1974.

Pelo meio, em 1973 o Miura foi substituído por um outro modelo que também fez história no mundo dos carros de características desportivas, o Lamborghini Countach. Este carro tinha um design extremamente angular e aerodinâmico e estava dotado de um potente motor traseiro de 4000 cc e 12 cilindros em V. O carro foi produzido com estas características até 1988, ano em que o motor passou a ter uma cilindrada de 5000cc. No entanto a empresa estava há muito em dificuldades financeiras e em 1981 tinha sido vendida aos irmãos Mimram, que revitalizaram a marca.

Nesse sentido em 1981 surgiu o Lamborghini Jalpa, que teve por base o Urraco, e em 1982 o Lamborghini LM002, uma novidade na marca já que se tratava de um veículo de todo-o-terereno. Este jipe estava dotado de um motor Countach.


Em 1987 a marca norte-americana Chrysler comprou a Lamborghini e para além do substituto do Countach, começou a preparar um motor para equipar carros de Fórmula 1. A estreia nesta competição automóvel ocorreu em 1989, mas nunca teve sucesso.

Já o substituto, do Countach, o Diablo, foi apresentado em 1990 e conheceu um grande sucesso, mantendo-se em produção para além do ano 2000. Nesta altura, já a Lamborghini tinha passado para as mãos do grupo alemão Volkswagen, o que aconteceu em 1998, tendo ficado associada à marca Audi.

Modelos produzidos (anos de produção)

  • 350 GT (1964 a 1966)
  • 400 GT (1966 a 1967)
  • 400 GT 2+2 (1966 a 1968)
  • P400 Miura (1966 a 1969)
  • Islero (1968 a 1969)
  • Espada Série I (400 GT, 1968 a 1969)
  • Espada Série II (400 GTE, 1969 a 1972)
  • Espada Série III (400 GTE, 1972 a 1978)
  • P400 Miura S (1969 a 1971)
  • Islero S (1969 a 1970)
  • 400 GT Jarama (1970 a 1972)
  • P250 Urraco (1972 a 1976)
  • P400 Miura SV (1971 a 1972)
  • 400 GTS Jarama (1972 a 1976)
  • LP400 Countach (1974 a 1978)
  • P200 Urraco (1975 a 1977)
  • P300 Urraco (1974 a 1979)
  • Silhouette (1976 a 1979)
  • LP400 S Countach (1978 a 1982)
  • Jalpa P350 (1981 a 1988)
  • LP500 S Countach (1982 a 1985)
  • LP500 Countach QuattroValvole (1985 a 1988)
  • Countach 25e Anniversaire (1988 a 1990)
  • LM 002 (1986 a 1992)
  • Diablo (1990 a 1998)
  • Diablo VT (1993 a 1998)
  • Diablo SE30 (1994 a ?)
  • Diablo SE30 JOTA (1995)
  • Diablo VT Roadster (1995 à 1998)
  • Diablo SV (1995 à 1998)
  • Diablo SV Roadster (1998)
  • Diablo SV Monterey (1998)
  • Diablo SV Alpine Edition (1999)
  • Diablo VT (1999)
  • Diablo SV (1999)
  • Diablo VT Roadster (1999)
  • Diablo GT (1999)
  • Diablo VT Roadster Momo Edition (1999)
  • Diablo GTR (2000)
  • Diablo Millennium Roadster (2000)
  • Diablo VT 6.0 (2000 à 2001)
  • Murciélago (Salão de Frankfurt, 2001. Comercializado a partir de 2002)
  • Gallardo (2003 a ...)
  • Murciélago 40th Anniversary (2003)
  • Lamborghini Murciélago Roadster
  • Lamborghini Murciélago R-GT

Sobre o símbolo

O touro que aparece no símbolo dos esportivos italianos é uma homenagem do fundador da marca, Ferruccio Lamborghini, às lutas de touro, pelas quais era fanático. Tanto que os carros da marca (Diablo e Murciélago) têm nomes de touros famosos.

GM e Segway reinventam transporte

Solução inédita abre novos horizontes em mobilidade pessoal

Quinta-Feira, 09 de abril de 2009

A General Motors e a Segway desenvolvem um protótipo de dois bancos e apenas duas rodas, acionado eletricamente, denominado “Projeto P.U.M.A.” (Mobilidade e Acessibilidade Pessoal Urbana – traduzido para o português). O projeto permitirá que as pessoas se desloquem nas cidades de uma maneira mais rápida, segura, silenciosa e limpa – a um custo bem mais baixo. O veículo ainda reúne forma, diversão, rede de relacionamento e design criativo.

“O "Projeto P.U.M.A.” representa uma solução excepcional para o deslocamento e interação nas cidades, onde vive mais da metade da população mundial”, declarou Larry Burns, vice-presidente de Pesquisa, Desenvolvimento e Planejamento Estratégico da GM. “Imagine veículos elétricos pequenos e rápidos que detectam onde os demais objetos móveis se encontram e evitam ir ao encontro deles, evitando colisões. Agora, conecte aqueles veículos a uma rede do tipo Internet e você poderá melhorar incrivelmente a capacidade das pessoas no deslocamento dentro das cidades, encontrar lugares para estacionar e conectar suas redes de relacionamento e negócios”.

As tendências indicam que a urbanização está crescendo e, com isto, vêm crescendo os engarrafamentos e a concorrência para estacionar. As cidades ao redor do mundo vêm procurando ativamente soluções para aliviar os congestionamentos e a poluição. O “Projeto P.U.M.A.” vai ao encontro na solução destes problemas.

Moderna tecnologia

O projeto combina diversas tecnologias apresentadas pela GM e pela Segway, incluindo tração elétrica e baterias, estabilização dinâmica (equilíbrio sobre duas rodas, graças a um sistema de giroscópios); direção, frenagem e aceleração totalmente eletrônicas; comunicação entre veículos, além de estacionamento e condução de forma autônoma.

Estas tecnologias são integradas ao “Projeto P.U.M.A.” de modo a aumentar a liberdade de deslocamento, ao mesmo tempo em que possibilitam eficiência em energia, emissões zero, segurança aperfeiçoada, conectividade perfeita e redução dos congestionamentos nas cidades.

Os veículos do “Projeto P.U.M.A.” permitirão ainda que os designers criem novas tendências de formas para veículos, com o foco na paixão e na emoção que as pessoas expressam por intermédio de seus veículos, enquanto criam soluções que antecipem as necessidades futuras dos consumidores urbanos.

Conceito funcional

O protótipo do “Projeto P.U.M.A.” integra uma bateria de íons de lítio, gerenciamento de energia digital inteligente, equilíbrio sobre duas rodas, motores elétricos duplos das rodas e uma interface de usuário redutível que permite a conectividade externa. O resultado é um conceito funcional e avançado que demonstra a capacidade da tecnologia hoje existente.

Construído para transportar dois passageiros, ele pode rodar a velocidades de até 56 km/h, com uma autonomia de até 56 km entre as recargas.

Desde a introdução do Transportador Pessoal Segway, a Segway tornou-se a líder em veículos elétricos de pequeno porte. Sua abordagem aos desafios representados pelos engarrafamentos e meio-ambiente é compensada com uma forte compreensão das necessidades funcionais dos seus clientes, possibilitando a eles fazer mais com menos.

A GM foi líder em tecnologias de “carros conectados” desde que introduziu o OnStar, em 1996. Hoje, este pacote de comunicações on-board conecta seis milhões de assinantes da América do Norte aos serviços de proteção e segurança. A GM também foi pioneira em sistemas de comunicação entre veículos (V2V) e a tecnologia de Transponder.

Estas e outras tecnologias adicionais de carros conectados poderiam, no final das contas, possibilitar a criação de veículos que não colidam e que sejam conduzidos pelos próprios meios.

“Imagine locomover-se perto das cidades em um veículo estilizado ao seu gosto, que seja agradável de dirigir e de andar, que o leve com segurança onde quer que você vá, e “conecte” você aos seus amigos e à sua família, enquanto utiliza energia renovável e limpa, produzindo zero emissões pelo tubo de escapamento do veículo, e sem o stress dos engarrafamentos de trânsito”, declarou Burns. "E imagine fazer isto com um quarto a um terço do valor que você desembolsaria para possuir e dirigir um automóvel nos dias atuais. Isto é o que o Projeto P.U.M.A. é capaz de fazer.” 

Kadett, 20 anos!

Chevrolet lançou há duas décadas o modelo compacto por fora e com amplo espaço interno

Quinta-Feira, 09 de abril de 2009

Há 20 anos, a Chevrolet iniciava, no Brasil, a produção de um dos automóveis de sucesso da marca: o Kadett. Lançado em abril de 1989, inicialmente na versão hatchback e em outubro, na versão station-wagon, com o nome de Ipanema, o Chevrolet Kadett destacava-se por ser compacto por fora, mas com um amplo interior. Além disso, foi equipado com motores potentes de 1.8 e 2.0 litros.

“Essas características deram ao Chevrolet Kadett grande evidência no mercado nacional até o ano em que sua produção foi finalizada no País, em 1998. Ele fez tanto sucesso que hoje centenas de pessoas, em todo o País, mantêm viva sua história através de clubes espalhados em vários estados”, ressalta José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil.

Nos seus 20 anos de Brasil, o Kadett atingiu a marca de exatas 451.496 unidades (Kadett e Ipanema) comercializadas no mercado interno. Nesse período, a Chevrolet desenvolveu diversas versões de destaque, entre elas o Kadett Turim, série especial alusiva à Copa do Mundo de Futebol de 1990, realizada na Itália; o Kadett GSi Conversível de 1992, um dos ícones de esportividade na época; e as versões esportivas Kadett GS (de 1989 a 1991) e GSi (de 1991 a 1996) e Sport (1996 a 1997).

Chevrolet Kadett, uma história de sucesso

Veja os principais fatos que marcaram a história do Kadett no Brasil.

1989 - Em abril, apresentação do Chevrolet Kadett à imprensa, no Rio de Janeiro; em 19 de outubro, lançamento do Chevrolet Kadett Ipanema.

1990 - Em março, escolha do Chevrolet Kadett como “Carro Oficial da Fórmula 1”, em 14 de maio foi apresentado à imprensa o Chevrolet Kadett Turim, série especial alusiva à Copa do Mundo de Futebol de 1990, na Itália.

1991 - Em março, o Chevrolet Kadett é eleito “Carro do Ano” pela revista Autoesporte.

1992 - Tem início em janeiro a comercialização do Chevrolet Kadett GSi 2.0 conversí¬vel.

1993 - Nos dias 1º e 2 de abril, a GM apresenta à imprensa especializada o Chevrolet Kadett Ipanema de quatro portas; em 1º de junho, a linha de montagem da fábrica de São José dos Campos (SP) atinge a marca de 30.000 Kadett Ipanema produzidas.

1994 - Em novembro, a linha de montagem do Chevrolet Kadett e do Chevrolet Ipanema é transferida de São José dos Campos (SP) para São Caetano do Sul (SP).

1996 - Em agosto, deixa de ser produzido o Chevrolet Kadett GSi.

1998 - Em 16 de setembro, o último Chevrolet Kadett deixa a linha de montagem em São Caetano do Sul (SP).

Modelo hatchback deu origem à versão Ipanema (foto), station wagon de grande sucesso do segmento no mercado nacional

XC60 eleva as vendas da Volvo no primeiro trimestre

Com 322 unidades vendidas, a Volvo Automóveis fechou o primeiro trimestre de 2009 com crescimento de 21% em relação ao mesmo período do ano passado

Quarta-Feira, 08 de abril de 2009

O resultado pode ser atribuído, principalmente, ao sucesso do novo XC60, apresentado oficialmente no Salão do Automóvel e que começou a ser comercializado no Brasil no início deste ano.

De janeiro a março, o crossvover da Volvo registrou um total de 176 unidades vendidas no varejo, número que corresponde a 54,6% do volume de vendas da marca. Deste total, foram 68 unidades da versão intermediária Dynamic (R$ 156.500) 59 da versão Top (R$ 165.900) e 49 da versão de entrada Comfort (R$ 138.500). As três versões são equipadas com o motor turbo de seis cilindros e 285cv.

Campeão de vendas da Volvo em 2008, o C30 foi responsável por 104 unidades no trimestre, que garantem participação de 32,2% no mix da marca. O destaque entre as versões do hatchback fica por conta do modelo 2.0, que teve repasse da redução do IPI e custa R$ 86.150.

Março foi também o melhor mês para a Volvo em 2009, o que aponta para uma tendência de crescimento nas vendas da marca. Ao todo, foram 125 unidades, superando os volumes de fevereiro (102) e janeiro (95). Na comparação com março de 2008, quando 103 unidades foram vendidas, o crescimento também é de 21%.

A Volvo Automóveis conta atualmente com uma rede de18 pontos de venda distribuídos pelo território nacional e oferece manutenção gratuita de dois anos ou 40 mil km à toda a sua linha de veículos, como extensão à garantia de fábrica de dois anos sem limite de quilometragem.

Enzo de 700 cv faz de 0 a 100 km/h em 3s5

Preparada pela Edo Competition, Ferrari amarela traz rodas de 20 pol., suspensão rebaixada e motor com potência elevada!

Terça-Feira, 07 de abril de 2009

Quase todas as montadoras possuem seu supercarro, aquele que é superior em design e desempenho. A Porsche teve o recém-aposentado Carrera GT, a Mercedes-Benz tem o SLR McLaren, com data para encerrar suas produções em 2009 e a Ferrari tem a Enzo, que também teve suas produções encerradas, o que o torna ainda mais especial. Mesmo com tanto glamour e potência, existem preparadores que decidem alterar esses carros, como é o caso desta Enzo modificada pela Edo Competition.

A carroceria amarela é um convite a conhecer de perto todos os detalhes do superesportivo de desenho inconfundível. As rodas originais deram lugar a modelos de alumínio, com 19” na frente e 20” atrás, além de pintura especial na cor preta e um aro em amarelo, combinando com a carroceria. A suspensão ganhou amortecedores especiais, que permitem ajuste de altura, melhorando a estabilidade da Enzo.

Apesar de ganhar melhoras no visual, o melhor está na parte mecânica da Ferrari. A transmissão ganhou componentes semelhantes ao utilizados pela FXX, uma edição limitadíssima de Enzo preparadoras pela própria escuderia. O sistema de escape ganhou novos catalisadores e silenciadores, melhorando seu ronco e desempenho. Novos filtros de ar esportivos foram providenciados para o motor e o sistema de captação de ar também foi alterado.

O último item a ser modificado foi o chip da injeção eletrônica, que foi reprogramado pelos especialistas da Edo. Eles estimam que a potência do motor V12 seja de 700 cv, com torque de 72,9 kgfm. Na pista, o superesportivo amarelo traz boas respostas.

De 0 a 100 km/h, ele faz em “míseros” 3s5, os 200 km/h chegam em 9s5 e os 300 km/h em 22s. Quer mais? Então saiba que sua velocidade máxima beira a casa dos 370 km/h. Mas para isso, é preciso ter coragem. E você, aceleraria toda a potência do Enzo em uma autódromo?

Por Ricardo Tadeu, do site Maxi Tuning

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