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Arquivo: março/2009

Mercado de veículos de SC reage e registra crescimento de 5,69% em fevereiro

Queda do IPI é considerado crucial para aumento

Segunda-Feira, 09 de março de 2009

Levantamento da Fenabrave/SC mostra que em fevereiro foram comercializados 16.725 veículos em Santa Catarina – 5,69% a mais do que em janeiro. Queda do IPI para os automóveis é apontada pelo presidente da instituição como fator crucial para a reação.

Dados da Federação Nacional de Distribuição de Veículos de Santa Catarina (Fenabrave/SC) mostram que o mercado consumidor de veículos está reagindo. Em relação a janeiro, o setor registrou acréscimo de 5,69% nas vendas. Foram comercializadas 16.725 unidades. O maior crescimento foi na venda de ônibus – 189,66% a mais. Comerciais leves (20,84%) e automóveis (11,96%) completam a lista dos setores que tiveram acréscimo.

Para Sérgio Ribeiro Werner, presidente da Fenabrave/SC, um fator crucial para a retomada do crescimento nas vendas foi a queda do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) que está em vigor até o dia 31 de março. “Temos a maior carga tributária do mundo para o setor automobilístico. Essa ação demonstrou a sensibilidade do governo com o momento de crise vivenciado e foi extremamente benéfica para a industria automobilística nacional e seus consumidores”, comenta. Com a retomada da cobrança do imposto, os valores dos veículos devem crescer até 6%.

Em números brutos, Santa Catarina conta hoje com uma frota circulante de 2.968.701 veículos. O maior número é de carros, com 1,7 milhão, seguido de motos – com 732 mil unidades. A estimativa é que em dois meses o Estado registre o marco de 3 milhões de veículos.

SC ACIMA DA MÉDIA NACIONAL - Os números catarinenses se mantêm acima da média nacional. Enquanto, no Estado, o resultado de fevereiro foi positivo, no Brasil foi registrada uma queda de 4,69%. Num comparativo com fevereiro de 2008, a queda em SC foi de -4,35%. Já no Brasil, a média é de -10,09% de declínio.

No acumulado do ano, embora os dois âmbitos tenham registrado quedas, no país os números de declínio são quase 100% maiores. Num comparativo com 2008, no Estado as vendas caíram -5,23%. No país, este número chega a -10,58%.

Mais um mito confirmado no Vício Motor Show!!!

Dodge Challenger SRT8 é empurrado por um V8 Hemi 6,1 litros de 425 cv

Quarta-Feira, 04 de março de 2009

Ao lado de vários concorrentes Mustang, este "muscle car" prestigiado no mundo inteiro será uma atração de peso na Edição Supermáquinas do VÍCIO MOTOR SHOW, dias 14 e 15 de março, no Floripa Shopping.

TÁ CHEGANDO A HORA...

QUATRO RODAS - Quem vê a volta do nome e do estilo do Dodge Challenger pode até supor que ele foi um sucesso comercial comparável ao do Ford Mustang e do Chevrolet Camaro nos anos 60. Não foi o caso. Lançado em 1970, ele chegou num período em que as restrições das normas de emissões de veículos ficavam cada vez mais rígidas nos Estados Unidos, o preço dos seguros para carros de alta performance disparava e, para piorar, o petróleo sofria uma alta sem precedentes. Suas baixas vendas o tiraram de linha em 1974, deixando um gosto amargo de saudade de um tempo que acabara de passar e não voltaria mais.

Dodge Challenger

 

É exatamente esse o atrativo do Challenger SRT8 2008: a segunda chance concedida à idéia do pony car (cupês e conversíveis compactos para os padrões americanos dos anos 60, munidos de possantes motores V8). Eram carros que disponibilizavam muito prazer ao volante e que, instantaneamente, cativavam pelo desenho da carroceria. As linhas do novo modelo são bastante fiéis às do original, como se nota pelos faróis duplos na frente reta, pelas largas colunas traseiras e pela linha de cintura desnivelada. Se o capô está um pouco menor, isso não significa que o motor esteja mais tímido.

Dodge Challenger SRT8

Trata-se do V8 Hemi de 6,1 litros de 425 cv e 58 mkgf, já conhecido no Chrysler 300C SRT8. Segundo o fabricante, o novo modelo vai de 0 a 96 km/h em pouco mais de 5 segundos. A tração é traseira. Cada Challenger SRT8 terá uma placa numerada de edição limitada. O cupê estará disponível nas cores laranja, prata ou preto. O carro será fabricado no Canadá e seu preço nos Estados Unidos é de 37995 dólares (68057 reais).

Como nem tudo se sustenta nas memórias, a Dodge equipou seu cupê com recursos eletrônicos como sistema de navegação por GPS e computador de bordo. Apresentado como conceito há dois anos e perseguido havia meses como segredo pela imprensa, o novo Challenger pode enfim mostrar a que veio. Assim que o Chevrolet Camaro for lançado, em breve, o Dodge poderá ficar frente a frente com seus antigos adversários - Camaro e Ford Mustang - em suas versões do século 21.

Carros bons, mas serviços e atendimento...

Pesquisa revela insatisfação de alemães no segmento automotivo

Quarta-Feira, 04 de março de 2009

Se por um lado a Alemanha é reconhecida pela qualidade e tradição dos veículos que possui, por outro, as coisas no atendimento ao consumidor neste setor não vão tão bem. Tal constatação é feita a partir do ponto de vista de três mil consumidores alemães entrevistados pela Accenture, empresa global de consultoria, tecnologia e outsourcing. Segundo os consultados, existem falhas em toda a cadeia de atendimento para a compra de carros.

A pesquisa revelou, por exemplo, que as propostas feitas pelos vendedores de veículos não atingem a expectativa dos consumidores. Aproximadamente 90% dos interessados em comprar um carro esperam uma proposta baseada em seu perfil, mas apenas 77% a recebem de fato.

"O que diferencia um bom processo de vendas de um ruim é a habilidade de se apresentar ao cliente como solucionador de problemas e prestador de serviços", afirma Andreas Baier, executivo sênior da Accenture para a área automotiva e coordenador da pesquisa.

De acordo com Baier, no passado as montadoras e as concessionárias preocupavam-se com os aspectos visuais - ambientes chamativos em seus respectivos showrooms e lojas - e fizeram poucos investimentos para conhecer as necessidades dos clientes e aprofundar a expertise dos vendedores nos atributos dos modelos à venda.

Os resultados da pesquisa mostram que os esforços das concessionárias para oferecer um bom ambiente não são um desperdício, já que os clientes estão satisfeitos com esse ponto. Mas o visual é o fator menos importante na decisão de compra de um carro, segundo a análise individual das respostas de compradores e não-compradores. São mais importantes a proposta e o atendimento.

O estudo também mostra que, em praticamente todas as regiões pesquisadas, os consumidores estão mais satisfeitos com as concessionárias de marcas asiáticas do que com as de fábricas alemãs. Isso não significa que os consumidores esperavam menos das marcas da Ásia, pelo contrário. Quando as concessionárias asiáticas propõem uma oferta levando em conta as necessidades dos clientes, elas normalmente atingem mais as expectativas dos clientes do que as propostas das marcas alemãs.

As marcas alemãs estão atrás das asiáticas nos seguintes aspectos: 45% dos entrevistados disseram que o atendimento prestado em concessionárias asiáticas foi satisfatório para tomar a decisão final de compra, enquanto apenas 32% tiveram a mesma impressão ao serem atendidos em lojas de marcas germânicas. Além disso, 48% afirmaram que receberam uma proposta com preço justo em lojas de marcas da Ásia, o que contrasta com os 36% que tiveram a mesma impressão sobre as ofertas de concessionárias de marcas do país.

"As montadoras nacionais ainda se beneficiam da boa imagem que os consumidores têm em relação aos produtos", comenta Baier. "Elas precisam usar esta reputação positiva como um diferencial dos seus competidores asiáticos, no momento em que o cliente está pesquisando para comprar."

"No Brasil, a situação não é muito diferente da Alemanha e também existe uma insatisfação dos consumidores com os serviços prestados, especialmente quando não falamos de marcas premium" afirma Carlos Pedranzini, executivo sênior responsável pela área automotiva da Accenture para a América Latina. "As montadoras asiáticas, especialmente as japonesas, têm se destacado quando o assunto é satisfação do consumidor. Entretanto, no geral, o segmento tem sido tímido nos investimentos em estruturação ou melhoria do relacionamento com os clientes, mas existem boas iniciativas no mercado. Algumas montadoras também passaram a focar na melhor prestação de serviços, como no pós-venda, na busca da fidelização dos clientes", destacou Pedranzini.

Sobre o estudo: Para o estudo "Experiência do Varejo Automotivo" a Accenture entrevistou no terceiro trimestre de 2008, 3 mil consumidores que compraram um carro nos últimos 12 meses para conhecer suas expectativas em relação às concessionárias, o atendimento e o serviço prestado.

Sobre a Accenture: A Accenture é uma empresa global de consultoria de gestão, serviços de tecnologia e outsourcing. Combinando experiência ímpar, conhecimento profundo sobre todos os setores econômicos e funções de negócio, e extensa pesquisa junto às mais bem-sucedidas organizações no mundo, a Accenture colabora com seus clientes, quer sejam empresas ou governos, para ajudá-los a alcançar altos níveis de performance. Com mais de 186.000 profissionais em 49 países, a companhia teve receitas líquidas de U$ 23,39 bilhões no ano fiscal encerrado em 31 de agosto de 2008. Sua página na internet é www.accenture.com.

Fiat faz "recall" do Punto

Proprietários devem verificar cinto de segurança central traseiro

Quarta-Feira, 04 de março de 2009

A Fiat divulgou comunicado de “recall” aos proprietários dos veículos Fiat Punto, para verificação do fecho do cinto de segurança central do banco traseiro e, caso haja necessidade, sua substituição. A convocação abrange todas as versões do modelo produzidas entre 25 de junho de 2007 e 03 de novembro de 2008: Punto 1.4, Punto 1.4 ELX, Punto 1.8 HLX e Punto 1.8 Sporting.

Trata-se de uma falha no processo de fabricação do fecho do cinto de segurança central do banco traseiro, comprometendo seu funcionamento. Em caso de um dos ocupantes laterais do banco traseiro do veiculo afivelar, equivocadamente, seu cinto de segurança no fecho do cinto de segurança central, terá a falsa impressão de afivelamento pleno do sistema. Porém, o fecho do cinto de segurança poderá desacoplar-se espontaneamente ou, ainda, oferecer resistência ao comando do ocupante para seu destravamento, o que configura um risco, não cumprindo o objetivo de segurança do equipamento.

No comunicado, veiculado amplamente em jornais e emissoras de rádio e televisão, de todo o País, a Fiat esclarece que o serviço é gratuito, devendo ser agendado na concessionária ou oficina assistencial de preferência do cliente. Em caso de dúvida, o cliente poderá solicitar esclarecimentos na Central de Relacionamento Fiat, no telefone 00800 707 1000 ou, ainda, pelo website www.fiat.com.br.

“Com esta atitude a Fiat Automóveis demonstra o profundo respeito que dedica aos seus consumidores e o seu reiterado compromisso de comercializar e garantir produtos da mais elevada qualidade e confiabilidade”, afirma a Fiat, através do comunicado.

Fiat 500, um pequeno notável no Salão de Genebra

Versão original cabriolet debuta na 79ª edição do evento

Quarta-Feira, 04 de março de 2009

No 79º Salão de Genebra, o novo Fiat 500C é o protagonista absoluto do estande. Também é dada uma importância relevante ao compromisso da Fiat no campo da proteção ao meio ambiente e da mobilidade sustentável - um compromisso da marca no desenvolvimento de seus modelos. Neste campo foi criado recentemente um site específico, acessível pelo portal Fiat (www.fiat.itwww.fiat.com), e dedicado a mostrar o compromisso com o meio ambiente durante todo o ciclo de vida do veículo: desde a pesquisa preliminar, até a desmontagem, passando pelo design e desenvolvimento ou a própria utilização diária do automóvel.

Uma das manifestações desse compromisso ecológico da Fiat é mostrada no próprio Fiat 500, que desde seu lançamento em 2007, respeita em todas as motorizações os requisitos da norma Euro 5. Outra demonstração pode ser encontrada também no Fiat 500 exposto em Genebra, caracterizado pelo logo Pur-O2. Este emblema identifica um grupo restrito e selecionado de modelos (500, Croma e Bravo) que, por seus conteúdos tecnológicos e baixos níveis de emissão de CO2, se situam na vanguarda do panorama automobilístico internacional. Em particular, o 500 Pur-O2 exposto, equipado com o motor a gasolina de 1,2 litro, também traz o novo dispositivo “Start&Stop” (desenvolvido pela Engineering & Design da Fiat Group Automobiles e pela Fiat Powertrain Technologies, com a importante contribuição dos provedores líderes: Magneti Marelli e Bosch). No Bravo e no Croma a marca Pur-O2 inclui os especiais “pack eco”, com pneus ‘verdes’, óleos com baixa viscosidade, kits aerodinâmicos e câmbios com relações modificadas.

Em Genebra, também existe um espaço para outras versões do Fiat 500, demonstrando que o modelo não é simplesmente um supercompacto de segmento A, mas também uma verdadeira \\\"plataforma” sobre a qual a Fiat desenvolve toda uma família de automóveis com tecnologia de categorias superiores. Desfilam, deste modo, pela passarela suíça dois exemplares da série especial “Fiat 500 by Diesel”, expressão do melhor Made in Italy, e uma versão esportiva equipada com o motor a gasolina 1.4 de 100 cv com um câmbio Dualogic com alavancas “tipo borboletas” no volante.

O Salão de Genebra também apresenta a nova coleção de “personalizações” do Fiat 500, que convertem o veículo em único e exclusivo. Caracterizada pelo cuidado no detalhe, a nova gama de acessórios explora formas e áreas de aplicações originais que atraem especialmente ao mercado feminino, como um acessório porta-cosméticos.

Fiat 500C

No Salão de Genebra estréia o Fiat 500C, que será lançado em toda Europa nos próximos meses. A versão Cabriolet homenageia ao carro “descoberto” de 1957, mas, ao mesmo tempo, propõe soluções de vanguarda no setor da mecânica, dos motores e do bem estar a bordo.

Com sua inovadora capota - que proporciona uma verdadeira “janela para o céu” -, o novo 500C conserva as mesmas dimensões do modelo padrão (3,55 m de comprimento, 1,65 m de largura e 1,49 m de altura). Ele pode ser equipado com três diferentes motores: o turbodiesel 1.3 Multijet de 75 cv com um câmbio mecânico de 5 marchas e os dois a gasolina 1.2 de 69 cv e 1.4 de 100 cv, ambos disponíveis com câmbio mecânico ou Dualogic. Todos eles se destacam pelo rendimento, tecnologia e respeito ao meio ambiente. Além disso, confirmando ainda mais o compromisso da Fiat no campo da proteção ao meio ambiente e da mobilidade sustentável, o novo 500C adota o sistema \\\"Start&Stop\\\", o dispositivo que controla a parada temporária do motor e sua posterior arrancada.

Fabricado em Tichy (Polônia), o Fiat 500C herda todas as características ganhadoras do carro original: a segurança, no máximo de sua categoria, a habitabilidade com qautro lugares confortáveis para adultos e um bagageiro. Além disso, o porta-malas, graças a um engenhoso sistema de dobradiças, oferece um acesso simplificado, inclusive quando a capota está em posição de abertura total.

Verdadeiro objeto de design, a capota do Fiat 500C é caracterizada pelo movimento com comando elétrico, e traz soluções técnicas como a terceira luz de freio incorporada nela. Disponível em três cores (marfim, vermelho e preto), a capota combina com diversas cores de carroceria, duas delas criadas para este novo carro: um vermelho perolado e um cinza especial, típico de um esportivo.

O 500C confirma assim a indiscutível liderança da Fiat neste segmento. As constantes inovações introduzidas ao modelo estabelecem novos padrões de conforto e segurança, além de novos acessórios, mas sem renunciar o inconfundível \\\"estilo italiano”. Desta maneira nasce um cabriolet que proporciona grandes emoções, garante o máximo prazer ao dirigir, que une suas linhas fascinantes com o rendimento de motores elásticos e respeitosos com o meio ambiente.

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