automobilismo
Copa Chevrolet Montana 2010: automobilismo ganha mais uma competitiva e emocionante categoria
Ela resulta da fusão de duas fortes categorias, Copa Vicar e a Pick Up Racing
Quarta-Feira, 10 de março de 2010
São Paulo (SP), 10/03/10 - O automobilismo brasileiro ganha mais uma categoria competitiva em 2010: a Copa Chevrolet Montana, que tem todos os atributos para ser uma das atrações da temporada nacional deste esporte automotor. Resultado da fusão de outras duas fortes categorias - Copa Vicar e a Pick Up Racing -, a idéia foi aproveitar a tecnologia da primeira e o visual arrojado da segunda competição.
A divisão será de acesso à Copa Caixa Stock Car, classificando as duas melhores equipes para a principal categoria do país no próximo ano em 2011 -, fato que tornará a disputa pelas vitórias ainda mais acirrada.
Para Maurício Slaviero, diretor-geral da Vicar, realizadora da Copa Chevrolet Montana 2010, a expectativa é bastante positiva. "Temos uma nova categoria, mais forte e com todo o suporte necessário para se tornar ainda melhor. Sem falar da parceria com a Chevrolet, por meio da marca Montana, que dá ainda mais prestígio à Copa", afirma.
O sistema de disputa prevê nove etapas, todas elas ao lado da Copa Caixa Stock Car. Serão 42 carros e 21 equipes, que lutarão pelo topo do pódio e o direito de subir de divisão ao final do ano. A força da disputa poderá ser comprovada pela presença de algumas das melhores equipes e pilotos do automobilismo, garantindo profissionalismo e um elevado nível técnico.
A visibilidade é outra atração da Copa Chevrolet Montana. A competição terá a transmissão ao vivo para todo o país pela REDETV!, garantindo a exposição em canal aberto para todos os patrocinadores e apoiadores do evento e, principalmente, dos pilotos e suas equipes. Uma cobertura especial é esperada, para delírio dos fãs do automobilismo de qualidade em todo o território nacional.
A Copa Chevrolet Montana 2010 é uma realização da Vicar Promoções Desportivas, com supervisão da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). O patrocínio é da Chevrolet.
Calendário
Serão nove etapas na temporada 2010, todas elas ao lado da Copa Caixa Stock Car. A programação é a seguinte:
1ª etapa - 11 de Abril - Curitiba
2ª etapa - 2 de Maio - Rio Grande do Sul
3ª etapa - 23 de Maio - Rio de Janeiro
4ª etapa - 6 de Junho - Circuito de Rua/alternativa
5ª etapa - 5 de Setembro - São Paulo
6ª etapa - 19 de Setembro - Campo Grande
7ª etapa - 24 de Outubro - Rio Grande do Sul
8ª etapa - 21 de Novembro - Brasília
9ª etapa - 05 de Dezembro Curitiba
Raio X
Motor V8, 5.7 litros, gasolina, 340 HP 5.500 rpm (rotações por minuto)
Pneus: Goodyear 25.5 x 10.5 de 18 polegadas
Roda: Binno, modelo C5000 10.5 x 18 ET-25
Diferencial: Holinger, modelo HFD-04
Chassi: tubular, feito de tubo de molibdênio
Freios: freio a disco da Fremax, com sistema independente e pastilhas Ecopads
Câmbio: permitido o uso de Bertolotti ou Saenz
Carroceria: de fibra de vidro
Peso Mínimo: 1.280 quilos
Equipes da Copa Chevrolet Montana 2010
Equipe Origem Carros
1 Roby Competições Pick Up 2
2 Carlos Alves Competições Vicar 2
3 RS Racing Vicar 2
4 Hot Car Competições Vicar 2
5 J Star Racing Vicar 2
6 Bazzo Racing Pick Up 2
7 M4T Motorsport Pick Up 2
8 Motortech Competições Pick Up 2
9 AMD Racing Pick Up 2
10 W2 Racing Pick Up 2
11 Scuderia 111 Vicar 2
12 Motin Racing Pick Up 2
13 GS Assessoria e Consultoria Vicar 2
14 Gramacho Racing Pick Up 2
15 Racequip Motorsports Vicar 2
16 RC3 Bassani Vicar 2
17 AMG Motorsport Vicar 2
18 Nascar Motorsport Vicar 2
19 Max Power Racing Pick Up 2
20 CKR Racing Pick Up 2
21 A Jardim Motorsport Vicar 2
Total 42
Mais informações no site oficial: www.stockcar.com.br
Chevrolet Montana, uma picape de sucesso no mercado brasileiro
Desenvolvida pela área de engenharia e design da GM do Brasil, a Chevrolet Montana foi lançada em 2003 no país e é uma das picapes mais vendidas do mercado. Desde então, já foram comercializadas cerca de 200 mil unidades.
A picape Montana da Chevrolet ficou, desde o último trimestre de 2009, com uma linha mais completa e abrangente, com o lançamento de mais duas versões: a Montana Arena 1.4 e a Montana Sport, agora equipada também com o eficiente motor 1.4 Econo.Flex. As versões Conquest 1.4 e Sport 1.8 completam a gama do modelo.
"A Chevrolet está sempre atenta à evolução do mercado e as exigências cada vez maiores dos consumidores", destaca Jaime Ardila, presidente da General Motors do Brasil e Mercosul.
Já José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil, enfatiza que a marca Chevrolet sempre se destacou por oferecer ao mercado brasileiro a gama mais completa e moderna de veículos: "A própria Montana foi a primeira picape no Brasil a ser oferecida em 100% de sua produção com motores equipados com a tecnologia flex fuel, permitindo a utilização de gasolina e álcool em qualquer proporção".
Antes de disponibilizar estas duas novas versões da picape Montana, a Chevrolet consultou consumidores por meio de inúmeras pesquisas. "Percebemos que havia oportunidades de se ampliar a linha do Chevrolet Montana, que antes possuía uma versão de entrada, a Conquest 1.4, e a topo de linha, a Sport 1.8", analisa Gustavo Colossi, diretor de Marketing da Chevrolet.
Portifólio ampliado
Com as novas versões, houve um melhor escalonamento do portfólio do modelo e um maior número de ofertas entre as duas "pontas", ambas com apelos diferenciados e distintos, mas mantendo o equilíbrio de valor que tem posicionado a picape da Montana como o melhor veículo do segmento.
A Chevrolet Montana Arena atende aos consumidores que utilizam a picape como um veículo multiuso e para viagens. Essa vocação do modelo fica evidenciada nos itens de série, como os sistemas de ar-condicionado e direção hidráulica, além do "Santo Antônio" (proteção tubular da carroceria), da capota marítima e as rodas de alumínio de 14 polegadas.
Cinco versões para atender a vários tipos de clientes
Com o lançamento das novas versões Arena e Sport 1.4, a linha Chevrolet Montana está assim disponível no mercado com as seguintes configurações:
Montana Conquest 1.4 Econo.Flex
Montana Arena 1.4 Econo.Flex
Montana Sport 1.4 Econo.Flex
Montana Sport 1.8 Flexpower
Montana Combo 1.4 Econo.Flex (furgão)
Stock Car, o ‘DNA’ automobilístico da GM do Brasil
A Copa Chevrolet Montana insere-se em uma tradição de décadas da marca Chevrolet nas competições automobilísticas no Brasil, com destaque para a Stock Car. E esta tradição remonta a um passado distante também na história da GM no mundo pois, na verdade, tudo começou com Louis Chevrolet, um dos fundadores da General Motors Corporation, que já era um aficcionado por este esporte. Portanto, está no ‘DNA" da General Motors mundial a origem de sua efetiva participação no automobilismo.
Aqui no Brasil, sem dúvida alguma, já está enraizada na tradição da GM e a marca Chevrolet sua ligação com o automobilismo. Quem acompanha a Stock-Car, por exemplo, lembra-se do lendário Opala participando das memoráveis provas automobilísticas nos circuitos brasileiros. Depois este modelo foi substituído pelo Vectra e mais recentemente pelo Astra.
A Stock Car, efetivamente para a GM do Brasil, faz parte da sua estratégia de intensiva exposição das qualidades e tecnologia dos veículos produzidos no país. Nos últimos anos o sucesso tem sido crescente e contou inclusive com uma etapa em Buenos Aires, na Argentina. Foram registrados recordes sucessivos de público e algumas etapas, como a de Interlagos, em São Paulo, receberam quase 50 mil pessoas.
A General Motors, um dos maiores fabricantes de veículos do mundo, tem origem em 1908. Com sede global em Detroit, a GM emprega 209.000 pessoas nas principais regiões do mundo e tem operações em 140 países. A GM, com seus parceiros estratégicos, produz veículos em 34 países, vendendo e proporcionando serviços para estes veículos através das seguintes marcas: Buick, Cadillac, Chevrolet, GMC, GM Daewoo, Holden, Opel, Vauxhall e Wuling. O maior mercado da GM é o dos Estados Unidos, seguido de China, Brasil, Reino Unido, Canadá, Rússia e Alemanha.
No Brasil a GM fabrica e comercializa veículos com a marca Chevrolet há 85 anos. Em 2009 a Chevrolet registrou recorde histórico de vendas no país com o volume de 595.536 veículos. A companhia tem três Complexos Industriais que produzem veículos em São Caetano do Sul e São José dos Campos, ambos no estado de São Paulo, e Gravataí (RS). Conta ainda com unidades em Mogi das Cruzes (produção de componentes estampados), Sorocaba (Centro Distribuidor de Peças) e Indaiatuba (Campo de Provas), todas em SP, além de um moderno Centro Tecnológico de Engenharia e Design, em São Caetano do Sul, com capacidade para desenvolvimento completo de novos veículos. A subsidiária brasileira é um dos cinco centros mundiais na criação e desenvolvimento de veículos, nos campos da engenharia, design e manufatura. Mais informações podem ser encontradas nos sites media.gm.com e gmnoticias.com.br.
automobilismo
Temporada 2010 da Stock Car terá sistema de descarte
Campeonato começa no dia 28 de março, em Interlagos
Quarta-Feira, 10 de março de 2010
Além do novo motor, mais potente e moderno, e de um composto diferente de pneus, o Campeonato Brasileiro de Stock Car tem outra mudança importante este ano. De acordo com o regulamento divulgado na última semana, no site da Confederação Brasileira de Automobilismo, os pilotos terão que descartar até três resultados no decorrer da temporada.
Com o novo sistema, que não era utilizado pela categoria desde 2005, serão descartadas duas corridas ao término da primeira fase da competição, composta por oito provas. Quem for para o Playoff (que reúne apenas os dez pilotos mais bem colocados na fase classificatória), terá ainda que "jogar fora" seu pior resultado nas quatro corridas decisivas.
Os competidores que não forem para a "Super Final" não terão uma terceira corrida descartada, mas, caso pontue mais que qualquer postulante ao título nas últimas quatro etapas, receberá um prêmio de "Piloto Destaque do Campeonato". Desde a implantação do Playoff, em 2006, apenas Ingo Hoffmann conseguiu esse feito.
Para Alceu Feldmann (Fertipar / RCM Motorsport), a novidade prejudica os pilotos mais regulares. É o caso do paranaense, que foi para o playoff em duas ocasiões (2006 e 2008) pontuando em pelo menos sete das oito corridas da fase classificatória. "Mas foi uma decisão pensada e discutida entre a comissão de pilotos e a Vicar (organizadora do Campeonato). Por isso, devemos respeitar", avalia.
Feldmann, que além de disputar duas "Super Finais" tem seis pódios na Stock Car, está bastante motivado para a temporada 2010. O piloto disputará o Campeonato pela RCM Motorsport - equipe de Rosinei "Meinha" Campos. Após dez anos correndo pela Chevrolet (já pilotou Omega, Vectra e Astra), Alceu utilizará a bolha do Peugeot 307. A abertura da temporada 2010 da Stock Car está marcada para 28 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
Visite: www.alceufeldmann.com.br
ALCEU FELDMANN
Assessoria de Imprensa: Central Press
automobilismo
Ferrari anuncia vaga a brasileiro em seu programa de pilotos
Campeão da categoria apadrinhada por Felipe Massa entrará no Driver Academy em 2011
Domingo, 07 de março de 2010
SÃO PAULO - A Ferrari anunciou nesta sexta-feira a ampliação de seu programa de incentivo a jovens pilotos com uma novidade importante que deverá causar impacto imediato no automobilismo brasileiro: o campeão da Fórmula Future Fiat, categoria apadrinhada por Felipe Massa que estreará neste ano, passará a fazer parte do Ferrari Driver Academy em 2011.
Com chassis Signatech e motores FPT de 150 cavalos de potência, a Fórmula Future Fiat chega para preencher o vazio existente nas modalidades de base nacionais desde a extinção da Fórmula Renault em 2006. É através dela que os jovens saídos do kart poderão dar os primeiros passos no automobilismo de competição, sem a necessidade de uma saída prematura para o exterior ainda sem a experiência necessária. Com orçamento acessível, pacote técnico e desportivo atraente (os carros receberão a mesma preparação) e mídia garantida, a Fórmula Future Fiat deve se transformar numa das principais atrações das pistas brasileiras na temporada.
Lançada no final do ano passado, a Ferrari Driver Academy tinha como primeiro beneficiário o francês Jules Bianchi, um dos favoritos à conquista do título da Fórmula GP2 em 2010. A partir de agora, juntam-se a ele os italianos Mirko Bortolotti, Daniel Zampieri e Raffaele Marciello. Bortolotti disputará a Fórmula GP3 pela equipe Addax, enquanto Zampieri correrá na World Series 3.5 pela Pons Racing e o ex-kartista Marciello estreará no automobilismo na Fórmula Abarth pela JD Motorsport.
Categoria-escola por excelência, a Fórmula Future Fiat terá grid de 20 carros em sua temporada inaugural. De acordo com uma recente modificação na legislação, a partir de agora pilotos que completem 16 anos até 31 de dezembro estarão aptos a participar da competição. Até o ano passado, a idade mínima de 16 anos era obrigatória em todas as séries promovidas no País.
Márcio Fonseca (MTb 14.457)
automobilismo
Em Curitiba, baiano marca seus primeiros pontos no IRC
Apesar do pneu furado na primeira especial deste sábado e da pista castigada pelas chuvas, Oliveira conquistou a sétima posição e dois pontos no campeonato
Domingo, 07 de março de 2010
Confirmando sua previsão de que teria um sábado nada fácil neste último dia de competições do Rally Internacional de Curitiba, o piloto brasileiro Daniel Oliveira, da equipe GDK/Stohl Racing, enfrentou um problema muito maior e além dos esperados pelas condições da pista e do mau tempo.
A programação para a prova disputada neste fim de semana (5 e 6 de março) e válida como a segunda etapa do Intercontinental Rally Challenge 2010 (IRC) também teve de ser alterada, em consequência das fortes chuvas que atingiram a capital paranaense na madrugada deste sábado, provocando o cancelamento de três de suas oito especiais.
O dia difícil para a dupla formada por Daniel Oliveira e o navegador francês Dennis Giraudet teve início com um pneu furado logo na primeira especial, na estrada de Bocaiúva.
Apostando que a perda de pressão na roda dianteira esquerda não o impediria de chegar até o final, Daniel optou por não trocar o pneu, preferindo fazê-lo na volta ao box, antes das especiais da tarde. A decisão, contudo, não se mostrou a mais indicada para aquele momento. A rápida baixa da pressão fez com que a borracha se dechapasse por completo, obrigando Oliveira percorrer boa parte da prova com a roda em contato direto com o piso. Por causa da significativa queda no desempenho, a dupla da GDK/Stohl Racing caiu da sexta para a oitava posição na classificação geral da prova, sendo ultrapassado pelos Mitsubishi Lancer Evo de Eduardo Peredo/Claudio Bustos, da Bolívia, e de Eduardo Scheer/Geferson Pavinatto, do Brasil.
Com o cancelamento de três especiais em conseqüência das chuvas, ficou mais difícil para a dupla Oliveira/Giraudet recuperar o tempo perdido. Mesmo assim, eles conseguiram um bom desempenho nas duas especiais remanescentes na tarde e subiram uma posição, terminando o Rally Internacional de Curitiba no sétimo lugar, resultando em seus primeiros dois pontos no campeonato.
"O período da manhã foi bem difícil, por causa do pneu furado e de todos os problemas que vieram depois. E aí, à tarde, mesmo com o pneu novo, não tinha muito o que fazer. Mantive o ritmo que consegui impor ontem (5) e recuperei pelo menos uma posição. Estou muito feliz por marcar meus primeiros pontos em um campeonato de nível mundial", comemorou o piloto de 24 anos.
Em relação à experiência de ter corrido pela primeira vez em Curitiba, Daniel faz uma avaliação positiva de sua participação. "Foi um fim de semana de muito aprendizado, já que nunca havia corrido aqui e as especiais de hoje misturavam trechos de alta velocidade, mas estreitos e sem muita margem para erros, com curvas bem travadas", analisou. "Ainda estou pegando a mão do carro. Esta foi a primeira vez que andei com ele na terra e ainda estou me adaptando às suas reações. Apesar dos 300 cavalos de potência, esse motor tem pouco torque em baixas rotações, então você precisar manter o giro lá em cima para poder reacelerar rápido nas saídas de curvas. E isso exige bastante trabalho ao volante", justificou o piloto da GDK/Stohl Racing.
Muita chuva
O percurso planejado para o sábado (6) teve de ser alterado, em função das más condições do tempo, incluindo o temporal que se abateu entre as 22 hs de sexta-feira e 4 hs de sábado na região metropolitana de Curitiba. Por causa da chuva intensa, os níveis dos rios que circundam a capital paranaense subiram de forma repentina e inesperada, o que levou à abertura das comportas da barragem do Rio Pesqueiro. A liberação da água provocou o alagamento das margens abaixo da represa, por onde passavam as especiais 9 e 12, e que por conta disso tiveram de ser canceladas pela organização do IRC.
O temporal também comprometeu a circuito de terra construído especialmente para a disputa do Super Prime, último trecho cronometrado previsto para o Rally de Curitiba. Como conseqüência, a especial foi transformada em um evento de exibição com a participação de todos os carros, não valendo pontos para a prova.
Resultado final do Rally Internacional de Curitiba 2010:
1º) Kris Meeke/Paul Nagle (GB) 1h42min45s40
2º) Guy Wilks/Philip Pugh (GB) 1h43min32s10
3º) Juho Hanninen/Mikko Markkula (FIN) 1h44min05s60
4º) Jan Kopecky/Petr Stary (RCH) 1h44min34s70
5º) Bruno Magalhaes/Carlos Magalhães (POR) 1h46min50s90
6º) Eduardo Scheer/Geferson Pavinatto (BRA) 1h56min45s80
7º) Daniel Oliveira/Dennis Giraudet (BRA/FRA) 1h57min27s20
8º) Juan San Martin/Martin Villete (URU) 2h06min28s00
9º) Luciano Fleck/Kana Ribiero (BRA) 2h09min47s70
10º) Ulysses Bertholdo/Eduardo Soneca (BRA) 2h06min28s00
Classificação do Campeonato após duas etapas:
1º) Juho Hanninen 14
2º) Guy Wilks (GB) 11
3º) Mikko Hirvonen (FIN) e Kris Meeke (GB) 10
5º) Jan Kopecky (RCH) 09
6º) Bruno Magalhaes (POR) e Nicolas Vouilloz (FRA) 06
8º) Stéphane Sarrazin (FRA) 05
9º) Eduardo Scheer (BRA) 03
10º) Daniel Oliveira (BRA) 02
Mais informações para a imprensa:
ReUnion Press
automobilismo
Muller e Tarquini vencem e dividem liderança do WTCC
Brasileiro Augusto Farfus sofre com desempenho da BMW em Curitiba
Domingo, 07 de março de 2010
CURITIBA (PR) - A Chevrolet e a Seat dominaram a etapa de abertura do FIA WTCC - Campeonato Mundial de Carros de Turismo, disputada neste domingo (7 de março), no Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais. Após as duas provas, Yvan Muller e Gabriele Tarquini dividem a liderança da competição, com 37 pontos. A instabilidade climática foi um dos fatores determinantes para o mau desempenho da BMW do brasileiro Augusto Farfus, que terminou as corridas na sexta posição.
Na primeira prova, a Chevrolet emplacou uma trinca, com Yvan Muller em primeiro, seguido por Robert Huff e Alain Menu. Pouco antes da largada, a chuva obrigou as equipes a colocarem pneus "biscoito" nos carros pela primeira vez no fim de semana. Porém, o tempo abriu e a pista foi secando rapidamente. Como nenhum piloto largou com pneus slick, ninguém pôde aproveitar o trilho que foi se formando no decorrer da prova.
Melhor para o pole position Yvan Muller. O francês foi ameaçado por Jordi Gené apenas no início da prova, mas garantiu uma estréia vitoriosa pela Chevrolet após dois erros seguidos do espanhol. "Foi uma surpresa para todos, pois não tínhamos andado em pista molhada. As condições estavam ruins no início da corrida, mas o carro se comportou bem", explicou. Huff, que chegou a incomodar Muller por algumas voltas, cruzou a linha em segundo. "Fiz de tudo para superá-lo, mas ele estava com o carro bem equilibrado e não deu nenhuma chance", lamentou o britânico. Alain Menu fechou o pódio azul e amarelo da montadora americana.
Apesar do domínio da Chevrolet, a corrida teve algumas disputas empolgantes, uma delas bem "caseira". Depois de se livrar de Tom Coronel, com quem chegou a trocar de posição, Farfus partiu para cima de seu companheiro de equipe na parte final da prova. Mas Andy Priaulx fez jus aos seus três títulos mundiais e segurou o brasileiro. Com o oitavo lugar, Coronel garantiu a pole position para a segunda corrida.
Na segunda corrida, o holandês se enroscou com Priaulx logo na primeira volta e ambos abandonaram. Gené assumiu a ponta, mas não suportou a pressão de Tarquini. Com uma tocada segura, o atual campeão do WTCC administrou a vantagem e cruzou a linha de chegada em primeiro, seguido por Gené e Menu. "Eu voltei", brincou o italiano na coletiva de imprensa realizada após a corrida. "Esta pista tem as melhores características para os modelos da Seat. Por isso, vencer aqui é ótimo, principalmente porque não somos mais equipe oficial e ficamos fora dos testes de pré-temporada", argumentou.
Mais uma vez, Farfus teve dificuldades com o rendimento do carro e cruzou a linha de chegada em sexto. Agora, parte para Puebla, no México, em busca de recuperação. A segunda etapa da temporada está marcada para o dia 11 de abril.
1ª CORRIDA
1°. Yvan Muller (França/Chevrolet), 16 voltas em 26min57s181
2°. Robert Huff (Inglaterra/Chevrolet), a 1s053
3°. Alain Menu (Suíça/Chevrolet), a 5s582
4°. Gabriele Tarquini (Itália/Seat), a 7s136
5°. Andy Priaulx (Inglaterra/BMW), a 11s625
6°. Augusto Farfus (Brasil/BMW), a 12s098
7°. Jordi Gené (Espanha/Seat), a 14s379
8°. Tom Coronel (Holanda/Seat), a 14s647
9°. Fredy Barth (Suíça/Seat), a 18s773
10°. Norbert Michelisz (Hungria/Seat), a 20s359
11°. Tiago Monteiro (Portugal/Seat), a 21s691
12°. Michel Nykjaer (Dinamarca/Seat), a 22s645
13°. Sergio Hernandez (Espanha/BMW), a 34s973
14°. Franz Engstler (Alemanha/BMW), a 38s092
15°. Darryl O'Young (Hong Kong/Chevrolet), a 44s692
16°. Harry Vaulkhard (Inglaterra/Chevrolet), a 50s005
17°. Stefano D'Aste (Itália/BMW), a 50s742
18°. Mehdi Bennani (Marrocos/BMW), a 1min20s82
Melhor volta: Robert Huff, 1min33s904
2ª CORRIDA
1°. Gabriele Tarquini (Itália/Seat), 14 voltas em 20min13s311
2°. Jordi Gené (Espanha/Seat), a 1s276
3°. Alain Menu (Suíça/Chevrolet), a 5s407
4°. Yvan Muller (França/Chevrolet), a 5s985
5°. Robert Huff (Inglaterra/Chevrolet), a 8s295
6°. Augusto Farfus (Brasil/BMW), a 8s596
7°. Tiago Monteiro (Portugal/Seat), a 10s419
8°. Michel Nykjaer (Dinamarca/Seat), a 11s808
9°. Norbert Michelisz (Hungria/Seat), a 17s576
10°. Sergio Hernandez (Espanha/BMW), a 24s244
11°. Franz Engstler (Alemanha/BMW), a 24s643
12°. Mehdi Bennani (Marrocos/BMW), a 30s072
13°. Harry Vaulkhard (Inglaterra/Chevrolet), a 30s923
14°. Fredy Barth (Suíça/Seat), a 39s780
15°. Stefano D'Aste (Itália/BMW), a 40s328
16°. Darryl O'Young (Hong Kong/Chevrolet), a 40s481
Melhor volta: Gabriele Tarquini, 1min25s803
CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO
1º) Yvan Muller e Gabriele Tarquini, 37 pontos
3º) Alain Menu, 30
4º) Robert Huff, 28
5º) Jordi Gené, 24
6º) Augusto Farfus, 16
7º) Andy Priaulx, 10
8º) Tiago Monteiro, 6
9º) Tom Coronel e Michel Nykjaer, 4
Texto: Claudio Stringari - Mtb 4772 - PR - Especial para a MF2